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Um engenheiro, ao inspecionar uma estrutura de concreto armado com 20 anos de exposição em ambiente urbano, consultou o projeto estrutural e verificou, por meio de um pacômetro, que o cobrimento da armadura era de 20 mm.
Durante a vistoria in loco, realizou-se um ensaio que consistiu na escarificação da superfície do concreto com ferramenta manual de percussão até a exposição da armadura, seguido da aplicação de solução de fenolftaleína na área exposta. Observou-se que, até a profundidade de 19 mm, não houve alteração de coloração, e somente a partir desse ponto o concreto adquiriu tonalidade rosa. Com base nesses resultados, a condição mais provável da estrutura é:
não há risco, pois, como confirmado pelo ensaio in loco, a presença de íons cloro não atinge o cobrimento.
a mudança de coloração indica excesso de íons cloreto, o que caracteriza corrosão por pite.
a armadura já está em processo de despassivação, devido ao ataque por carbonatação.
o ensaio indica que a armadura se encontra em ambiente alcalino estável, sem necessidade de intervenções.
a estrutura está locada em um ambiente com alta presença de sulfatos.