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Durante fiscalização de obra hospitalar, o Engenheiro identifica que a equipe de execução não possui profissionais habilitados para serviços de instalações hospitalares críticas. O empreiteiro alega que a mão de obra é “equivalente” e solicita aceitação para não atrasar cronograma. A conduta CORRETA, nesse caso, segundo as normas técnicas e a responsabilidade ética, é:
Aceitar a equipe, pois não compromete cronograma.
Solicitar apenas anuência verbal do contratante.
Exigir comprovação de habilitação técnica dos profissionais, registrando não conformidade em relatório e comunicando ao contratante.
Delegar a decisão ao fornecedor, sem registro formal.
Ignorar a divergência, pois não afeta diretamente o orçamento.