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Na impermeabilização de coberturas, a camada impermeabilizante deve-se estender verticalmente nos rodapés até uma altura de, no mínimo, 5 cm acima do piso acabado.
As chapas galvanizadas podem ser empregadas como selantes de juntas de dilatação no caso destas situarem-se sobre vigas invertidas ou muretas.
Na execução da pintura primária para impermeabilização de uma cobertura com feltro asfáltico, o consumo típico de solução asfáltica de imprimação varia de 1,4 kg/m2 a 2 kg/m2.
O coeficiente global de transmissão térmica K [W / m2 oC] para uma cobertura de um edifício constituída por laje de concreto armado de 17,5 cm de espessura (λ concr arm = 1,75 W / m oC), camada de concreto com argila expandida de 8,5 cm (λ concr. arg. ex. = 0,85 W/m oC) e camada de impermeabilização de 1,5 cm (λ imp. = 0,15 W / m oC), desprezando-se os coeficientes de convecção superficial (he e hi) é aproximadamente igual a:
K = 0,3 W / m2 oC
K = 5,2 W / m2 oC
K = 3,3 W / m2 oC
K = 4,1 W / m2 oC
K = 0,4 W / m2 oC
Na impermeabilização de áreas molhadas ou laváveis, um dos maiores problemas é a pouca espessura disponível entre a estrutura e o piso final. Nesse caso, uma das opções é a impermeabilização a quente, cuja espessura mínima requerida é da ordem 3,5 cm. Com base nessa afirmação, é INCORRETO afirmar que
uma camada de proteção de concreto, de 5 a 7 cm de espessura, deve ser aplicada convenientemente sobre a impermeabilização, antes do acabamento.
o asfalto oxidado a quente e estruturado com véus de fibras de vidro deve ser aplicado sobre a imprimação.
uma camada de argamassa de cimento e areia deve ser convenientemente executada, para criar declividade da ordem de 0,5%.
um chapisco nas paredes verticais, cuja altura seja de 15 a 20 cm acima do piso acabado, deve ser aplicado.
as incrustações da superfície a ser impermeabilizada devem ser removidas.
Quanto aos produtos de impermeabilização é INCORRETO afirmar que
os aditivos para concreto e argamassas são eficientes contra umidades do solo e ambientes.
a espessura mínima permitida das mantas butílicas é 0,8 mm.
o feltro asfáltico é o mais indicado para coberturas e lajes externas.
as tintas betuminosas, tipo emulsão, são recomendadas para grandes superfícies externas.
o número mínimo de camadas de feltro asfáltico é 2.
Considere a figura abaixo:

Os elementos 1, 2 e 3 que fazem parte da impermeabilização de um subsolo em terreno úmido são, respectivamente,
impermeabilização, revestimento e junta.
emboço, impermeabilização e mastique.
argamassa com impermeabilização, pintura látex e rodapé.
regularização, reboco e massa plástica.
impermeabilização elástica, impermeabilização rígida e junta elástica.
É comum pisos de tábua corrida apresentarem problemas de empenamento e contração. O que se pode dizer de uma tábua seca, assentada de forma correta, sobre um contrapiso não impermeabilizado, porém recebendo umidade ascendente?
Ela vai se manter plana.
Ela vai ficar côncava.
Ela vai ficar convexa.
Ela vai contrair e manter-se plana.
Em relação à impermeabilização necessária em algumas obras de construção civil, é correto afirmar:
Na preparação da base, antes da impermeabilização, deve-se limpar a área a ser impermeabilizada, preferencialmente a seco, ou senão, com a menor quantidade possível de água.
A impermeabilização rígida não deve ser aplicada sobre fissuras.
A argamassa de regularização da base deverá ser preparada em betoneira, no traço 1:5.
Após sua aplicação, a manta asfáltica deverá ser testada por 24 horas, sob lâmina d'água de 5cm.