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Os equipamentos de suporte à vida, como ventilador pulmonar, carros de anestesia, bombas de infusão, entre outros, dependem de um fornecimento de energia elétrica ininterrupto para que seu funcionamento não cause perigo aos pacientes. Uma das estratégias utilizadas pelos fabricantes para manutenção desse fornecimento de energia, independente de fontes externas, é a inclusão de baterias de emergência nesses equipamentos. Durante a manutenção preventiva de um ventilador pulmonar, verificou-se a necessidade de substituição de sua bateria, que tem as seguintes características básicas:
Tensão Nominal | 44.4 V |
Tensão Mínima | 36 V |
Tensão de Recarga | 50.4 V |
Capacidade Nominal | 5.200 mAh |
Após realizar uma pesquisa de mercado, foi verificado pelo setor de Engenharia Clínica que a bateria original do equipamento foi descontinuada e não está mais disponível para compra. Assim, a alternativa adotada pelo setor de engenharia clínica foi a montagem de uma nova bateria, composta por um conjunto de células:
Capacidade Nominal | 2600 mAh |
Tensão Nominal | 3.7 V |
Tensão Mínima (Corte de Operação) | 3 V |
Máxima Tensão de Recarga | 4.2 V |
Considerando-se as informações fornecidas, qual será a correta configuração do novo conjunto de baterias?
01 (um) conjunto de células em série, com 12 (doze) células.
01 (um) conjunto de células em série, com 24 (vinte e quatro) células.
01 (um) conjunto de células em paralelo, com 24 (vinte e quatro) células.
02 (dois) conjuntos de células ligados em paralelo, cada um com 12 (doze) células ligadas em série.
02 (dois) conjuntos de células ligados em série, cada um com 12 (doze) células ligadas em paralelo.