Um lote de amendoim torrado importado, após processamento...
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Um lote de amendoim torrado importado, após processamento...

Um lote de amendoim torrado importado, após processamento industrial, é identificado com níveis elevados de aflatoxina B1, excedendo os limites regulatórios estabelecidos. O Engenheiro de Alimentos responsável deve decidir sobre o destino desse lote e as ações corretivas para evitar futuras contaminações. Ciente da complexidade da toxicocinética e toxicodinâmica das aflatoxinas, ele considera as implicações à saúde pública e as estratégias de detoxificação. A abordagem analítica mais robusta para confirmar a presença e quantificar com precisão os níveis de aflatoxina B1, assim como o mecanismo de toxicidade que a torna particularmente perigosa em longo prazo, justificando o rigor do controle, são:


A

Análise por Enzyme-Linked Immunosorbent Assay (ELISA) para triagem rápida, e o mecanismo de toxicidade principal ser a neurotoxicidade aguda.


B

Cromatografia Líquida de Alta Eficiência com Detecção por Fluorescência (HPLC-FLD) para confirmação, e o mecanismo de toxicidade principal ser a formação de adutos com DNA, levando à carcinogenicidade.


C

Cromatografia Gasosa-Espectrometria de Massas (GC-MS) para confirmação, e o mecanismo de toxicidade principal ser a disrupção endócrina.


D

Espectroscopia de Infravermelho com Transformada de Fourier (FTIR) para triagem, e o mecanismo de toxicidade principal ser a nefrotoxicidade aguda.