Questões de Concurso sobre Termodinâmica aplicada aos materiais (transformações térmicas, resfriamento, etc)

 
 
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Em indústrias de processamento, as tubulações podem representar 70% do custo dos equipamentos ou 25% do valor total da instalação. Visando diminuir esse custo, é importante saber que


A

temperaturas muito baixas tornam o aço-carbono mecanicamente frágil exigindo verificação da temperatura de trabalho.


B

tubos feitos de chumbo e de aço inoxidável devem ser utilizados quando a aplicação exigir alta resistência mecânica.


C

tubos de aço galvanizado com costura são aplicados a tubulações em água salgada.


D

tubos sem costura, fabricados por laminação, podem ser utilizados para solicitações dinâmicas pela boa resistência à fadiga.

A microestrutura de metais e ligas pode ser alterada mediante tratamento térmico, em função das temperaturas alcançadas e das taxas de aquecimento e resfriamento na qual este é submetido. Desta forma, considerando um aço carbono contendo 0,4% C, submetido a um tratamento térmico no qual um material é exposto a uma temperatura acima da temperatura de austenitização, seguida de resfriado lento em forno, é CORRETO afirmar que a sua microestrutura resultante será:


A

Martensita e perlita fina.


B

Martensita e perlita grosseira.


C

Ferrita pró-eutetoide e perlita fina.


D

Perlita grosseira e ferrita pró-eutetoide.


E

Cementita pró-eutetoide e perlita grosseira.

Um aço baixa liga e baixo carbono foi tratado no intervalo intercrítico (entre A3 e A1) e resfriado rapidamente. A microestrutura obtida por este tratamento é constituída por:

A
martensita.

B
ferrita e perlita.

C
austenita.

D
ferrita e martensita.

E
martensita e austenita.

Quando resfriados lentamente, os aços-carbono comuns possuem diferenças em suas microestruturas, devido aos teores de carbono presentes em suas composições. A diferença entre a microestrutura de um aço com teor elevado de carbono, superior a 0,8%, e a de um aço com baixo teor de carbono, ambos na temperatura ambiente, é a formação da fase


A

eutetoide que, no aço com teor elevado de carbono, é a ferrita eutetoide e, no aço com baixo teor de carbono, é a ferrita proeutetoide.


B

eutetoide que, no aço com teor elevado de carbono, é a cementita eutetoide, e, no aço com baixo teor de carbono, é a cementita proeutetoide.


C

proeutetoide que, no aço com teor elevado de carbono, é a perlita proeutetoide, e, no aço com baixo teor de carbono, é a ferrita proeutetoide.


D

proeutetoide que, no aço com teor elevado de carbono, é a ferrita proeutetoide, e, no aço com baixo teor de carbono, é a cementita proeutetoide.


E

proeutetoide que, no aço com teor elevado de carbono, é a cementita proeutetoide, e, no aço com baixo teor de carbono, é a ferrita proeutetoide.

Presuma o esfriamento lento de uma liga binária Fe-C com 3% em peso de carbono que, ao atingir a temperatura de 1.147 ºC, se solidificará totalmente. Nessas circunstâncias, essa liga será composta pela


A

austenita e pelo eutético denominado ledeburita.


B

austenita e pelo eutético denominado cementita.


C

cementita e pelo eutético denominado ledeburita.


D

cementita e pelo eutético denominado austenita.


E

ledeburita e pelo eutético denominado austenita.

Imagem associada para resolução da questão

Considere duas pequenas amostras de material, cada uma dessas submetida a um tratamento térmico distinto. A microestrutura final de cada pequena amostra de material será composta exclusivamente por martensita para taxas de resfriamento maiores que a da curva


A

I e composta exclusivamente por perlita para taxas de resfriamento menores que a da curva I.


B

I e composta exclusivamente por perlita para taxas de resfriamento menores que a da curva II.


C

I e composta exclusivamente por bainita para taxas de resfriamento menores que a da curva II.


D

II e composta exclusivamente por perlita para taxas de resfriamento menores que a da curva II.


E

II e composta exclusivamente por bainita para taxas de resfriamento menores que a da curva II.

Durante o resfriamento, a austenita se decompõe na reação eutetoide (727ºC) em camadas alternadas ou lamelas das duas fases (ferrita e cementita), que se formam simultaneamente durante a transformação, numa microestrutura conhecida como perlita. A presença de perlita nos aços carbono é característica

A
somente de aços com 0,76%p C, independente da velocidade de resfriamento adotada.

B
somente de aços com mais do que 0,76%p C, independente da velocidade de resfriamento adotada.

C
de aços com menos do que 0,76%p C, mas somente quando submetidos a resfriamentos rápidos.

D
de aços com 0,76%p C, mas somente quando submetidos a resfriamentos rápidos.

E
de aços com qualquer quantidade de carbono, mas somente quando submetidos a resfriamentos lentos ou moderadamente lentos.
Imagem associada para resolução da questão

A
dureza aumenta da condição microestrutural (G) para a (K).

B
ductilidade aumenta da condição microestrutural (G) para a (K).

C
resistência mecânica aumenta da condição microestrutural (G) para a (K).

D
resistência ao trincamento diminui da condição microestrutural (G) para a (K).

E
fragilização do material aumenta da condição microestrutural (G) para a (K).
Em função do histórico de resfriamento do material, a nucleação da ferrita a partir da austenita pode ocorrer em planos cristalográficos específicos, caracterizando uma microestrutura conhecida como ferrita de Widmanstätten. A condição microestrutural típica do aço carbono para o aparecimento da ferrita de Widmanstätten é

A
de laminado a quente.

B
de laminado a frio.

C
de temperado e revenido.

D
de temperado, somente.

E
soldado.
 
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