Com o declínio gradual da produção do petróleo Dubai original e o crescente volume de cargas spot do Oriente Médio voltadas para a Ásia, a S&P Global Commodities Insights reformulou a metodologia de avaliação do benchmark Dubai.
Para preservar a representatividade e liquidez desse referencial de preço, passou-se a permitir a substituição do petróleo Dubai por outros petróleos médios e ácidos do Oriente Médio, desde que compatíveis operacionalmente, com rastreabilidade logística e presença ativa na janela de avaliação MOC (Market-on-Close).
Desde 2024, quatro petróleos específicos — todos com logística viável no Golfo Pérsico e Golfo do Oman — são aceitos como substitutos válidos na formação do benchmark Dubai, impactando diretamente os OSP (Official Selling Prices) dos países exportadores da região.
Entre os petróleos listados abaixo, indique o que não é aceito atualmente pela metodologia da S&P Global Commodities Insights como componente da cesta de avaliação do benchmark Dubai.
Al Shaheen — petróleo de 29,5° API, produzido em ambiente offshore no Catar.
Upper Zakum — petróleo de 33,9° API, produzido em ambiente offshore nos Emirados Árabes Unidos.
Qatar Marine — petróleo de 32,7° API, produzido em ambiente onshore no Catar.
Oman — petróleo de 31,3° API, produzido em ambiente onshore e entregue no porto de Mina Al Fahal, no Omã.