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O padrão de quarta geração de comunicações móveis predominante no Brasil é o LTE (Long Term Evolution). Quando comparado com sistemas de terceira geração, o padrão LTE proporciona maiores taxas de transmissão no terminal móvel e maior robustez à propagação multipercurso. Com relação aos diferentes padrões de comunicações móveis empregados no Brasil, é correto afirmar que:
O padrão LTE exige muito menos torres de transmissão, reduzindo os custos de sua implantação.
O padrão adotado no Brasil para sistemas de terceira geração é o UMTS (Universal Mobile Telecommunication System), o qual foi desenvolvido visando à compatibilidade com sistemas GSM.
O padrão de segunda geração GSM (Global System for Mobile Communications) foi desenvolvido a partir do padrão AMPS (Advanced Mobile Phone System), mantendo a mesma tecnologia de acesso e largura de banda dos canais de comunicação.
As Bandas A e B foram as primeiras faixas de frequências a serem adotadas no Brasil para os sistemas de comunicações móveis. O padrão GSM, por ser um padrão mais atual, não é compatível com as Bandas A e B, sendo utilizado pelas operadoras somente nas Bandas C e D.
A robustez à propagação multipercurso proporcionada por sistemas LTE se deve, principalmente, à tecnologia de múltiplo acesso utilizada, a qual é obtida a partir do espalhamento espectral por sequência direta.