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As figuras em (a) e em (b) ilustram dois tipos de antenas:

(a)

(b)
∙ Em (a) é uma antena formada por um dipolo de meia onda como elemento excitador, um refletor e um ou mais diretores. Pode ser implementada nas faixas de VHF e UHF, opera segundo a orientação mecânica dos seus elementos em polarização horizontal ou linear vertical, mediante a incorporação de uma segunda antena mecanicamente a 90º e alimentada em quadratura de fase com a primeira. Embora possa ser usada para transmissão, não é adequada para altas potências devido ao efeito corona entre os elementos.
∙ Em (b) é uma antena com 5 elementos, com dipolos de comprimentos diferentes e espaçamentos diferentes, interligados de forma alternada e com um loop no final, que confere uma vantagem importante: a ampla faixa de frequências em que pode operar. Na prática, essas antenas podem ser construídas para operar em faixas de frequências da ordem de 2:1 ou mesmo superiores. Ganhos da ordem de 6,5 a 10,5 dBi são comuns. Devido à elevada largura de banda, esse tipo é amplamente empregado na recepção de sinais de televisão aberta, evitando o uso de múltiplas antenas.
As antenas em (a) e (b) são conhecidas, respectivamente, por
Helicoidal e Yagi.
Log-periódica e Batwing.
Superturnstile e Helicoidal.
Batwing e Superturnstile.
Yagi e Log-periódica.