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A energia eólica, que aproveita a força dos ventos para gerar eletricidade, tem se consolidado como uma das fontes mais promissoras e de rápido crescimento na matriz energética brasileira. O Brasil possui um potencial eólico abundante, especialmente em regiões costeiras e no Nordeste, caracterizadas por ventos fortes e constantes, propícios à instalação de parques eólicos. O país iniciou seu investimento em larga escala na energia eólica no início dos anos 2000, impulsionado por políticas de incentivo e leilões de energia que visavam diversificar a matriz elétrica, predominantemente hidrelétrica. A dependência excessiva das hidrelétricas, que são vulneráveis a crises hídricas, evidenciou a necessidade de fontes complementares e mais resilientes. Considere que um hospital localizado no litoral da região Nordeste do Brasil está avaliando a implantação de um sistema de energia eólica para complementar seu fornecimento elétrico. Com base nas características dessa região e no perfil de consumo de um hospital, assinale a alternativa correta.
A baixa incidência solar no Nordeste inviabiliza o uso da energia eólica como fonte principal.
O custo elevado dos aerogeradores pequenos torna a solução inviável para qualquer tipo de hospital.
Os ventos fortes e constantes no litoral do Nordeste favorecem a alta geração, mas a intermitência exige soluções de backup ou integração com a rede.
A energia eólica é a mais cara das renováveis, não oferecendo retorno financeiro em hospitais.
Hospitais não podem utilizar energia renovável devido à necessidade de fontes de energia estáveis.