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Quanto ao processo de digitalização de subestações, pode-se afirmar corretamente que este é
incipiente, visto que é baseado em relés de proteção numéricos monofuncionais e unidades terminais remotas, que desempenham funções de automação. A comunicação entre esses elementos é baseada em protocolos proprietários, o que impede a escalabilidade das soluções.
desnecessário, visto que os relés eletromecânicos utilizados atualmente são multifuncionais e desempenham diversas funções de proteção e automação. Esses relés se comunicam com os centros de operação por meio de protocolos Ethernet padrão e, portanto, constituem elementos fundamentais nos processos de digitalização atuais.
supérfluo, visto que a utilização de dispositivos eletrônicos inteligentes, que desempenham diversas funções de proteção e automação, além de se comunicarem entre si por meio de protocolos de comunicação internacionais e abertos, não é suficiente para garantir confiabilidade e qualidade de energia elétrica.
inevitável, para garantir confiabilidade e qualidade de energia elétrica, e atualmente é baseado em dispositivos eletrônicos inteligentes, que desempenham diversas funções de proteção e automação, além de se comunicarem entre si por meio de protocolos de comunicação internacionais e abertos.
questionável, uma vez que os dispositivos eletrônicos inteligentes normalmente utilizados possuem tempo médio entre falhas pequeno e tempo médio de reparo elevado. Além disso, comunicam-se por meio de protocolos de comunicação internacionais e abertos, que não favorecem a interoperabilidade com os demais dispositivos.