

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.


Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Uma subestação 138 kV atenderá 4 linhas e 2 transformadores, com exigência de continuidade N-1. O projeto deve permitir manutenção de qualquer disjuntor sem desligar a subestação e sem retirar de serviço mais do que o estritamente necessário, mantendo boa flexibilidade operativa para manobras e ampliações futuras. Considerando também que área e custo são restrições importantes, o arranjo de barras mais adequado e a forma correta de relacioná-lo à coordenação de isolamento (em nível conceitual) são:
arranjo disjuntor e meio; na coordenação de isolamento devem ser considerados níveis de suportabilidade dos equipamentos (ex.: BIL), níveis de surtos esperados (atmosféricos e de manobra), níveis de proteção dos para-raios e margens de coordenação entre proteção e suportabilidade
arranjo de barra dupla com disjuntor duplo; na coordenação de isolamento o nível de isolamento pode ser reduzido, pois a duplicidade de barras e disjuntores elimina a necessidade de margens frente a surtos
arranjo barra principal e transferência; na coordenação de isolamento é suficiente especificar para-raios apenas nos alimentadores, pois a proteção do barramento é inerente ao arranjo escolhido
arranjo de barra simples; na coordenação de isolamento basta adotar como referência a tensão nominal do sistema, pois o arranjo de barras não influencia a definição de níveis de isolamento
arranjo em anel; na coordenação de isolamento deve-se desconsiderar surtos de manobra, pois em 138 kV apenas surtos atmosféricos são relevantes
Para a definição da quantidade de elementos no banco de baterias de uma subestação, devem ser levados em consideração o regime de carga, o regime de descarga e o regime de flutuação que o banco deve suprir.
Certo
Errado
No que concerne aos arranjos típicos de subestações, assinale a opção correta.
A principal vantagem do arranjo barra principal e de transferência é a possibilidade de manutenção da barra principal sem ser necessário desligar toda a subestação.
O arranjo chamado barra dupla com disjuntor e meio tem um disjuntor que liga as duas barras com uma vez e meia a potência dos disjuntores da subestação.
No arranjo barra simples, qualquer defeito na linha atinge o barramento principal, desligando toda a subestação.
O arranjo denominado barra simples é o mais barato, pois dispensa o uso de disjuntores.
O arranjo chamado barra principal e de transferência tem duas barras e um disjuntor que realiza a conexão entre elas.
Um engenheiro eletricista está projetando a localização ideal de uma subestação de 13,8 kV que atenderá a dois galpões (A e B) em média tensão de um complexo termelétrico. As cargas demandadas e suas coordenadas em relação a um ponto de referência são X1,Y1 = (45,60) demandando 260 kVA e X2,Y2 = (50,20) demandando 210 kVA. Com base nessas informações, determine o centro de carga (X, Y), isto é, o local mais adequado para a subestação, considerando as potências e coordenadas, e assinale a alternativa correta.
X = 47,23 e Y = 42,13.
X = 48,56 e Y = 43,36.
X = 49,35 e Y = 44,45.
X = 49,12 e Y = 46,13.
X = 50,23 e Y = 47,39.
Uma subestação industrial é alimentada por um sistema elétrico composto pelos seguintes elementos:
• Um gerador síncrono de 50 MVA, 15 kV, com reatância subtransitória de j0,25 pu na sua própria base.
• Um transformador elevador de 50 MVA, 15/150 kV, com reatância de dispersão de j0,10 pu na sua própria base.
• Uma linha de transmissão de 138 kV, com impedância igual j50 Ω.
• Um transformador abaixador de 25 MVA, 150/15 kV, com reatância na j0,05 pu na sua própria base.
Considere que se deseja analisar o sistema em uma base comum de 100 MVA e 150 kV (lado de alta tensão).
A impedância equivalente total do sistema (em pu) é aproximadamente igual a
j0,72 pu.
j0,97 pu.
j1,12 pu.
j1,32 pu.
j1,60 pu.


Seu próximo nível começa aqui

Seu próximo nível começa aqui
Destrave a preparação completa para sua aprovação. Com a Assinatura Ilimitada, você estuda com os melhores professores do Brasil e todos os recursos Gran.
Um transformador monofásico ideal é utilizado em uma subestação de distribuição, elevando a tensão de 220 V para 2200 V. Sabendo-se que o enrolamento primário possui 200 espiras, o número de espiras que o enrolamento secundário deve ter para operar corretamente é:
200.
20.
1000.
2000.
1800.
Ao elaborar o roteiro para a instalação de uma subestação transformadora num aterro sanitário, o setor técnico deve priorizar critérios de segurança e eficiência operacional. Qual das seguintes diretrizes é a mais adequada para este projeto específico?
Optar obrigatoriamente por transformadores a óleo mineral expostos, visando facilitar a dissipação de calor devido às altas temperaturas geradas pela decomposição orgânica do solo.
Definir a localização da subestação respeitando as distâncias mínimas de segurança em relação às zonas de libertação de biogás, utilizando sistemas de aterramento (malha) que garantam a equipotencialização para evitar riscos de ignição.
Dispensar a instalação de para-raios (SPDA) na estrutura da subestação, uma vez que as chaminés de queima de gás (flares ou queimadores) já atuam como captores naturais para toda a área.
Utilizar exclusivamente condutores de alumínio nus em toda a rede interna do aterro, pois o gás metano reage quimicamente com o isolamento de PVC, tornando-o condutor.
Instalar a subestação no ponto mais baixo do terreno do aterro para facilitar o escoamento natural de possíveis correntes de fuga através do chorume acumulado.
No arranjo de subestação de barra principal e de transferência, a troca da barra principal pela barra de transferência para o suprimento de um alimentador impacta negativamente a seletividade do sistema de proteção.
Certo
Errado
Quais subestações devem ter impermeabilização total contra infiltração de água?
Subestações aéreas.
Subestações abrigadas.
Subestações ao tempo.
Subestações subterrâneas.
Em subestações de média tensão utilizadas para atendimento a cargas industriais, diferentes arranjos construtivos e filosofias de proteção são adotados para garantir a confiabilidade, a seletividade e a continuidade do serviço.
Sobre os tipos de subestações, seus componentes e operação, assinale a afirmativa correta.
Subestações abertas em média tensão apresentam maior facilidade de manutenção, por isso, são preferidas em ambientes com alta poluição e umidade.
Em subestações do tipo blindada, o uso de invólucros metálicos isolados a gás elimina a necessidade de sistemas de proteção contra sobretensões.
Transformadores de potência em subestações de média tensão operam preferencialmente sem sistemas de proteção dedicados.
O uso de religadores automáticos em subestações de média tensão contribuí para a melhoria dos indicadores de continuidade de serviço.
Em arranjos de barra simples, a ocorrência de falha em um disjuntor não compromete a continuidade de fornecimento.


Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Em relação aos dispositivos de proteção e operação em subestações elétricas, é correto afirmar que
o relé de gás (Buchholz) protege transformadores de potência imersos em óleo sem tanque de expansão.
a válvula de alívio protege o transformador contra grandes pressões decorrentes de arcos elétricos internos.
o seccionador é capaz de interromper correntes de curtocircuito
o disjuntor deve ser acionado após a abertura do seccionador.
Transformadores de potencial (TPs) são usados para medir grandes correntes em circuitos de alta tensão.
Em relação aos arranjos de subestações, avalie as afirmações a seguir.
I. O arranjo em barra simples apresenta menor custo de implantação, mas sua confiabilidade em caso de falhas na barra é menor.
II. O arranjo em barra dupla oferece maior flexibilidade, mas sua confiabilidade em caso de falta é igual ao arranjo de barra simples.
III. No arranjo em anel, se ocorre uma falta em qualquer ponto, há uma interrupção total do fornecimento de energia.
Está correto o que se afirma em
I, apenas.
II, apenas.
I e II, apenas
I e III, apenas.
I, II e III.
Complete a frase abaixo.
No local de funcionamento do equipamento da subestação abrigada, a diferença entre a temperatura interna, medida a 1 m da fonte de calor a plena carga, e a externa, medida à sombra, não deve ultrapassar _____°C.
5
10
15
20
Considere uma subestação transformadora trifásica de 300 kVA, com tensão primária de 13,8 kV e tensão secundária de 220/127 V. Utilize raiz de 2 = 1,414 e raiz de 3 = 1,732. Considere duas casas decimais. Com isso, analise as assertivas e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Para essa potência (300 kVA), a instalação deve ser abrigada (alvenaria) ou em poste único, sem considerar peso e esforço mecânico para montagem.
( ) A corrente nominal no enrolamento primário (13,8 kV) é de aproximadamente 12,55 A, valor que orienta a escolha dos elos fusíveis de proteção no corte do transformador.
( ) De acordo com a NR-10, por se tratar de uma instalação com potência superior a 75 kW e com tensão de 13,8 kV, é obrigatório que a unidade consumidora mantenha o Prontuário de Instalações Elétricas (PIE) atualizado.
( ) O uso de para-raios de óxido metálico no lado de 13,8 kV é opcional, sendo exigido apenas em regiões com histórico documentado de alta densidade de descargas atmosféricas.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – F – F – V.
V – V – V – F.
F – V – F – V.
F – F – V – V.
F – V – V – F.
No contexto da proteção de subestações, avalie as afirmativas a seguir.
I. Em subestações aéreas, a maior exposição a descargas atmosféricas exige a integração coordenada entre o sistema de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA) e os dispositivos de proteção contra surtos (DPS).
II. Em subestações abrigadas, embora a incidência direta de descargas atmosféricas seja reduzida, a propagação de surtos conduzidos pela rede elétrica ou por acoplamentos eletromagnéticos internos torna indispensável o uso de DPS em cascata.
III. A seletividade e a coordenação da proteção em subestações, independentemente de serem aéreas ou abrigadas, dependem da adequada parametrização de relés (como sobrecorrente, diferencial e distância).
Está correto o que se afirma em
I, apenas.
II, apenas.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.


Seu próximo nível começa aqui

Seu próximo nível começa aqui
Destrave a preparação completa para sua aprovação. Com a Assinatura Ilimitada, você estuda com os melhores professores do Brasil e todos os recursos Gran.
Nas subestações industriais o valor da rede primária é um dos fatores observados para a garantia da tensão necessária nas cargas que estão ligadas nos condutores utilizados para a sua alimentação nominal.
No que se refere à tensão aplicada sobre as cargas, analise os itens a seguir e assinale (V) para verdadeiro e (F) para falso.
( ) Motores trifásicos são sempre ligados com o uso de um neutro para equilíbrio tanto da carga, como da rede de alimentação.
( ) Todas as relações de transformação que constam na placa do transformador têm de ser utilizadas ao mesmo tempo.
( ) As cargas ligadas em delta terão a tensão de linha sempre 1,732 vezes a tensão de fase.
( ) Os equipamentos elétricos utilizados nos processos de fabricação são alimentados na rede proveniente de um transformador abaixador.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
V – V – V – V.
F – F – F – F.
F – F – F – V.
V – F – V – F.
F – V – F – V.
Para a identificação de situações de funcionamento de uma subestação em frequências superiores às ideais, é necessária a instalação de um relé de anunciador em série com um relé de desligamento.
Certo
Errado
Uma subestação industrial, de 13,8kV : 127_220V, é composta por partes específicas de funções que não podem ser sobrepostas.
Os dispositivos responsáveis pela proteção contra sobretensões, adequação do valor da tensão de AT para BT e isolamento tanto na entrada como na saída de tensão são respectivamente
para-raios, transformador e seccionadora.
TC, TP e chave fusível.
transformador, TC e cabine de medição.
seccionadora, TP e transformador.
chave fusível, cabine de medição e para-raios.
No projeto de subestações consumidoras, é comum as concessionárias de energia elétrica, fornecerem planilhas para memorial de cálculo, com objetivos dos mais diversos: padronizar projetos, facilitar a especificação de equipamentos e materiais elétricos, dentre outros. Isso possibilita maior agilidade de tempo de resposta na avaliação dos projetos elétricos. Considere o diagrama unifilar ilustrado, o qual contém o layout com especificações do posto de transformação de uma subestação consumidora aérea.

Dadas as afirmativas a respeito do diagrama unifilar,
I. A corrente elétrica de projeto que circula no secundário do transformador pode ser estimada a partir da divisão US3N , em que N é a potência nominal do transformador de potência em kVA e Us é a tensão nominal no secundário do transformador.
II. O condutor de aterramento indicado no diagrama tem área de secção transversal igual a 95 mm².
III. A corrente elétrica máxima que a carga pode solicitar é superior a 250 A.
verifica-se que está/ão correta/s apenas
I.
II,
I e II.
I e III.
II e III.
Quais são os requisitos e técnicas principais para a realização de uma manutenção preditiva eficiente em uma subestação transformadora de 300 kVA?
O monitoramento exclusivo da conta de energia mensal para verificar se houve aumento no consumo, o que indicaria fuga de corrente no transformador.
O aumento da capacidade dos disjuntores de baixa tensão para suportar sobrecargas maiores, evitando que o sistema desarme durante o pico de produção.
A substituição programada de todos os cabos de média tensão e a pintura da carcaça do transformador a cada dois anos, independentemente do estado do equipamento.
O uso de termografia para identificar pontos quentes, análise físico-química e cromatográfica do óleo isolante e a medição de descargas parciais.
A limpeza manual dos isoladores com a subestação energizada utilizando apenas água pressurizada e sabão neutro para evitar o acúmulo de poeira.


Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.