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Uma subestação 138 kV atenderá 4 linhas e 2...

Uma subestação 138 kV atenderá 4 linhas e 2 transformadores, com exigência de continuidade N-1. O projeto deve permitir manutenção de qualquer disjuntor sem desligar a subestação e sem retirar de serviço mais do que o estritamente necessário, mantendo boa flexibilidade operativa para manobras e ampliações futuras. Considerando também que área e custo são restrições importantes, o arranjo de barras mais adequado e a forma correta de relacioná-lo à coordenação de isolamento (em nível conceitual) são:


A

arranjo disjuntor e meio; na coordenação de isolamento devem ser considerados níveis de suportabilidade dos equipamentos (ex.: BIL), níveis de surtos esperados (atmosféricos e de manobra), níveis de proteção dos para-raios e margens de coordenação entre proteção e suportabilidade


B

arranjo de barra dupla com disjuntor duplo; na coordenação de isolamento o nível de isolamento pode ser reduzido, pois a duplicidade de barras e disjuntores elimina a necessidade de margens frente a surtos


C

arranjo barra principal e transferência; na coordenação de isolamento é suficiente especificar para-raios apenas nos alimentadores, pois a proteção do barramento é inerente ao arranjo escolhido


D

arranjo de barra simples; na coordenação de isolamento basta adotar como referência a tensão nominal do sistema, pois o arranjo de barras não influencia a definição de níveis de isolamento


E

arranjo em anel; na coordenação de isolamento deve-se desconsiderar surtos de manobra, pois em 138 kV apenas surtos atmosféricos são relevantes