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Biomassa pode ser definida como a massa orgânica produzida por unidade de área, podendo ser expressa em peso de matéria seca, peso de matéria úmida e peso do carbono. Sua medição é um instrumento útil na avaliação de ecossistemas, em virtude da aplicação na análise de produtividade, conversão de energia, ciclagem de nutrientes e absorção e armazenagem de energia solar entre outros. As quantidades de biomassa e carbono presentes na parte aérea e sistema radicular de uma árvore podem ser obtidas por meio do método destrutivo ou do método indireto. Nas alternativas abaixo, são considerados métodos destrutivos, EXCETO:
Seleção das árvores-amostra: obtenção de dados para o estudo da biomassa da parte aérea e do sistema radicular que baseia-se em procedimentos básicos como seleção de um número de árvores igualmente repartidas em classes ou categorias de tamanho relativo às características do povoamento (DAP, altura, classe de copa).
Amostragem da parte aérea: compreendem como parte aérea das árvores o conjunto de galhos e folhas, o tronco (constituído pela madeira e casca) e os frutos e as flores, se presentes.
Amostragem do sistema radicular: feita com o intuito de verificar a eficiência nutricional das plantas e observar o desenvolvimento de suas raízes em condições climáticas desfavoráveis ao crescimento.
Avaliação do potencial produtivo: executada durante a fase inicial do desenvolvimento de uma floresta, onde grande parte de carboidratos é canalizada para a produção de biomassa da copa e, preferencialmente, utilizado para diminuir custos.
Conversão da biomassa em carbono: ocorre devido ao teor de carbono elementar ser diferente nas partes da árvore e este pode ser obtido por meio de análises químicas.