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Na produção comercial de mudas de espécies arbóreas, visando a geração de produtos florestais (como a erva-mate, por exemplo), busca-se a máxima uniformidade de plantas possível, a qual é alcançada pelos métodos de propagação clonal. Dentre elas, se destaca a estaquia, pela qual se obtém enraizamento adventício em ramos selecionados. No entanto, o resgate do material vegetal das primeiras plantas doadoras (matrizes), que geram esses propágulos para início do processo, segue alguns critérios, principalmente no que diz respeito à idade ontogenética dos tecidos iniciais. De acordo com essas informações, é INCORRETO afirmar que:
Brotações emitidas na base dos caules adultos (com menor idade ontogenética) apresentam maior potencial de enraizamento.
A idade ontogenética dos tecidos vegetais está inversamente relacionada a sua idade cronológica.
Nem todas as espécies nativas toleram os mesmos níveis de sombreamento no viveiro, estando essa variável relacionada com a classificação ecológica da espécie.
Propágulos produzidos em ambiente protegido, com o máximo de atenção às condições sanitárias e fisiológicas das plantas matrizes, apesar de onerosos, são os mais viáveis atualmente devido ao maior rendimento e qualidade das mudas.
No resgate de propágulos em matrizes a campo, as brotações jovens emitidas em ramos da parte superior da copa viabilizam maior percentual de enraizamento e produção de mudas mais vigorosas, por possuírem menor idade cronológica.