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No manejo fitossanitário de viveiros florestais destinados à produção de mudas de espécies nativas, o planejamento e controle de pragas e doenças é essencial para garantir a qualidade das mudas. Considerando os aspectos envolvidos nesse processo, é correto afirmar que:
A utilização de pesticidas sistêmicos é sempre a melhor opção no controle de pragas em viveiros florestais, pois garantem uma proteção prolongada contra uma ampla gama de organismos nocivos.
O uso de pesticidas naturais, como óleos essenciais e extratos vegetais, deve ser evitado, pois podem causar fitotoxicidade e reduzir a qualidade das mudas produzidas, além de não serem eficazes no controle de pragas.
O controle fitossanitário de viveiros florestais deve se restringir ao uso de técnicas de manejo químico, já que o controle biológico e cultural não são eficazes em viveiros de mudas nativas.
O controle fitossanitário eficaz em viveiros exige a realização de inspeções periódicas para monitoramento de pragas e doenças, de forma a detectar problemas precocemente e adotar medidas de controle adequadas antes que haja danos significativos.
A realização de rotação de culturas e a prática de plantio consorciado não têm impacto no controle fitossanitário de viveiros florestais, uma vez que as mudas de espécies nativas são naturalmente resistentes a doenças e pragas.