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Na elaboração de projetos de recuperação de áreas degradadas (PRAD), que visam fomentar as atividades de reflorestamento em pequenas propriedades rurais, é necessária a previsão de um monitoramento através de indicadores ecológicos, para controlar o processo e alcançar o sucesso da restauração ecológica esperada.
O valor da energia gerada (R$) e o número de domicílios abastecidos com a energia produzida por 818 kg de carvão vegetal, com poder calorífico útil (PCU) de 6.595,14 kcal/kg serão, respectivamente, de
Obs.: Considere que 1 kcal = 0,00116 kWh, 1 kWh tem o custo de R$ 0,51 para o consumidor e que o consumo médio por domicílio é de 150 kWh/mêsR$ 858,57 e 16.
R$ 1.758,00 e 25.
R$ 2.265,50 e 29.
R$ 3.191,43 e 41.
R$ 4.585,00 e 66.
A viabilidade da implantação de projetos de florestamento e reflorestamento, ao longo de um horizonte de planejamento, com espécies equiâneas de rápido crescimento, visando a produção de madeira em curto espaço de tempo, deve ser analisada tanto tecnicamente quanto economicamente, sendo o custo médio de produção e o valor presente líquido, métodos de avaliação econômica que podem ser aplicados.
A elegibilidade das atividades de um projeto florestal no contexto do mecanismo de desenvolvimento limpo, deve pautar pela conservação e/ou manejo das florestas, pois o reflorestamento e o florestamento não são elegíveis a esse mecanismo.
Validação é a garantia, feita por escrito pela entidade operacional designada, de que as atividades de florestamento ou reflorestamento de um projeto de MDL alcançaram as quantias antropogênicas líquidas de gases de efeito estufa removidas por sumidouros desde o início do projeto.
As denominadas atividades de pequena escala de florestamento e reflorestamento de um projeto de MDL são aquelas que resultam em remoções antropogênicas líquidas de gases de efeito estufa em quantias inferiores a 8 kilotoneladas de CO2 por ano, e são desenvolvidas e implementadas por comunidades ou indivíduos de baixa renda, conforme definição do país hospedeiro do projeto.
Considere que o custo de implantação de um projeto de reflorestamento visando à produção de dormentes para estrada de ferro é de R$ 2.000,00. O custo de manutenção dessa floresta, durante 12 anos, é de R$ 3.000,00. No momento do corte, a receita da venda da madeira, em pé, é de R$ 16.200,00. Suponha que o melhor investimento alternativo (caderneta de poupança) acumularia um motante de R$ 7.700,00 no fim do período. O lucro é de:
R$ 11.200,00
R$ 8.500,00
R$ 6.500,00
R$ 5.500,00
R$ 3.500,00
Sobre a exploração de florestas com fins econômicos, analise.
I. Um povoamento florestal está financeiramente maduro quando a sua taxa anual de incremento em valor se torna igual à taxa anual de juros paga pela melhor opção alternativa.
II. A idade ótima de corte que maximiza a produção anual média é obtida pelo método de maximização do incremento médio anual.
III. A idade ótima de corte que maximiza o resultado econômico da floresta é obtida por métodos de determinação da maturidade financeira.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
I, II
I
II
I, II, III
II, III
As externalidades positivas e negativas podem ser utilizadas na avaliação social e ambiental de um projeto florestal.
O método de Faustmann ou do valor esperado da terra é uma técnica de avaliação de projetos florestais. Algumas de suas pressuposições são: a taxa de desconto usada reflete o custo de oportunidade do uso do capital do investidor; a terra será utilizada para a finalidade escolhida por um tempo tão longo que pode ser considerado infinito; à terra não é atribuído qualquer bem de valor.
Quando se tem um único projeto florestal de investimento simples, deve ser utilizado o método denominado tempo de retorno do capital investido. Com base nesse método, deve-se determinar o espaço de tempo necessário para que o investimento seja suficiente para se repor os recursos aplicados. Em função disso, o investimento que tiver retorno mais rápido será o mais conveniente ou o mais viável economicamente.
Projeto de investimento é toda aplicação de capital em qualquer empreendimento com a finalidade básica de obter receitas. A avaliação econômica de um projeto baseia-se em seu fluxo de caixa, que consiste nos custos e nas receitas distribuídos ao longo da vida útil do empreendimento.
O plantio de Eucalyptus urophylla objetivando a produção de 120 st/ha ao ano pode ser viável economicamente, se as receitas inerentes ao projeto superarem os custos necessários; financeiramente, se houver recursos suficientes para a implantação do projeto; socialmente, se o projeto atender aos anseios das comunidades vizinhas; ambientalmente, se os danos causados pela implantação forem minimizados pela aplicação de técnicas ambientais adequadas.
Na avaliação de projetos florestais, para se reduzir as incertezas do complexo ambiente econômico, transformandoas em risco, os investidores têm as seguintes alternativas: uso de regras de decisão, análise de sensibilidade e simulação, sendo esta última uma técnica que permite obter resultados com oscilação de mais de uma variável.
O risco pode ser corretamente classificado em três categorias: indiferença ao risco, quando os administradores aceitam uma diminuição do retorno; aversão ao risco, quando os administradores exigem um aumento do retorno à medida que o risco aumenta; e tendência ao risco, quando os administradores não mudam a exigência em relação ao retorno quando o risco se eleva.
O sistema 2 da tabela é o sistema agrossilvicultural que apresenta viabilidade econômica, pois, por possuir uma maior quantidade de espécies, apresenta maior rentabilidade.
A rentabilidade econômica dos sistemas agrossilviculturais 1 e 2 apresentados na tabela tem nas culturas anuais seus maiores representantes, responsáveis por mais de 80% da rentabilidade.
Na determinação da rentabilidade de um investimento em projetos florestais, podem ser utilizados como indicadores de viabilidade: a relação benefício-custo; o ponto de nivelamento; e a remuneração da mão de obra familiar.