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Os Planos Operativos devem ser elaborados anualmente, cabendo assim, ajustes à medida que algumas ações são implementadas e que são realizados levantamentos e elaborados diagnósticos mais precisos. NÃO faz parte de um Plano Operativo de Combate à Incêndios:
A tendência atual na área de controle de incêndios florestais é valorizar as técnicas da silvicultura preventiva e, ao mesmo tempo, utilizar as campanhas de educação ambiental para conscientizar as pessoas sobre o problema dos incêndios florestais. A silvicultura preventiva pode ser definida como:
o manejo das florestas nativas ou das plantações florestais, com o propósito de modificar a estrutura do material combustível disponível, a fim de satisfazer os objetivos da proteção contra os incêndios, associando essa proteção ao melhoramento da produção e à qualidade do ambiente.
a arte de construir aceiros e cercas vivas para impedir a entrada de fogo na área sob manejo florestal.
o estabelecimento de sistemas de irrigação ou de dispersão de água, tanto nas florestas nativas sob manejo, como nas plantações florestais, para não permitir a proliferação do fogo.
a produção de mudas, em viveiro, de espécies resistentes a incêndios e a grandes enchentes.
A intensidade do fogo é a taxa de energia na forma de calor liberada por unidade de comprimento da frente de fogo e pode ser calculada por
, em que I corresponde à intensidade do fogo em kcal/m·s; H representa o calor de combustão em kcal/kg; w significa massa do combustível em kg/m2 e r corresponde à velocidade de propagação do fogo em m/s.
A classificação de tamanho de incêndios florestais adotada pelo Brasil divide os incêndios em 5 classes, sendo a classe I referente a incêndios acima de 200 ha e a classe V a incêndios de até 0,09 ha.
Como a meta de "zero incêndio" em uma área florestal é inatingível e, como por mais bem implantadas que sejam as técnicas da silvicultura preventiva, elas, apesar de reduzirem sensivelmente, não evitam totalmente a propagação do fogo, os empreendimentos florestais NÃO podem prescindir de:
hidrantes espalhados em todas as áreas de florestas nativas e, principalmente, de plantações de espécies arbóreas, e operários de prontidão durante as 24 horas do dia.
um eficiente sistema de combate a incêndios, para minimizar os danos potenciais do fogo.
plantações com espécies resinosas, de fácil combustão, como as do gênero Pinus.
engenheiros florestais capacitados também para exercer atividades de primeiros socorros, principalmente relacionados a queimaduras.
Entre as causas dos incêndios florestais, pode-se listar: incendiários, raios, queimas para limpeza, fumantes, atividades de recreação, estradas de ferro e operações florestais.
As condições climáticas influenciam a possibilidade de ocorrência de incêndio. Entre essas condições está a velocidade do vento.
A análise de históricos de incêndios florestais no Brasil mostra que o período de maior ocorrência está entre os meses de fevereiro e abril.
Nos grandes incêndios florestais de copa registrados no arco do desflorestamento na Amazônia brasileira, o método de combate utilizado é o direto.
Diversas técnicas podem ser usadas para diminuir ou evitar a ocorrência de incêndios florestais. O objetivo principal da prevenção é eliminar todas as possíveis causas e antecipar a tomada de decisão, caso ocorra um incêndio. Qual das alternativas abaixo NÃO corresponde a uma técnica de prevenção de incêndios florestais?
Construção de aceiros.
Educação ambiental.
Uso da queima controlada.
Uso de abafadores e carros pipas.
Vigilância ou fiscalização.
Dadas as características do ecossistema amazônico, são muito freqüentes a ocorrência de grandes incêndios de causa natural em áreas de florestas intactas.
Uma das formas de detecção de incêndios florestais é o uso do sistema de triangulação em torres de observação. Nesse sistema, utiliza-se um goniômetro na torre para posterior cruzamento dos dados e obtenção do local exato de ocorrência do fogo na propriedade.
Nos incêndios florestais subterrâneos, o fogo propaga-se preferencialmente por convecção.
Para se controlar um incêndio florestal, é indispensável atuar nas três vertentes do triângulo do fogo.
Nos incêndios florestais, durante e após a combustão, há a transferência de calor da zona de combustão para os combustíveis próximos. A respeito dos processos predominantes, assinale a opção incorreta.
A condução é responsável pela transferência por contato direto através das moléculas de um corpo sólido.
A radiação é a transferência de calor através do espaço por ondas magnéticas ou raios.
A convecção é a transferência de calor por uma coluna de partículas de ar quente, que se move de forma circular e ascendente.
Em um local acidentado e com forte presença de vento, durante um incêndio florestal estabelecido, há a predominância da convecção.
Em um local plano e com forte presença de vento, durante um incêndio florestal estabelecido, há a predominância da condução.
Uma medida para proteger do fogo uma floresta explorada seria por meio da exploração de talhões intercalados a cada ano.