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A definição do material genético é o fator de menor importância na elaboração de um projeto florestal de implantação, pois este deve ser adaptável a qualquer espécie madeireira.
Na elaboração de um projeto florestal para produção de madeira, além de respeitar a legislação vigente, devem ser respondidas as seguintes questões: Qual a espécie a ser plantada? Como será feita a produção de mudas? Como será conduzido o preparo da área? Como será feito o controle de formigas? Como será feito o preparo do solo? Quais, como e quando serão os tratos culturais e silviculturais?
Considere a seguinte situação hipotética.
Em uma floresta tropical úmida no município de Manicoré – AM, desenvolveu-se uma trabalho com o objetivo de analisar os danos de colheita de madeira sob regime de manejo florestal sustentado. Os danos levantados em 1 ha foram: 3% no tronco, 4% na copa, 1% no tronco e na copa e 2% de árvores mortas; com um volume colhido de 18 m3/
Nessa situação, os resultados mostram que o modelo testado não pode ser considerado como colheita de baixo impacto, uma vez que o volume de madeira colhido é superior a 2 m3/
O planejamento é uma ferramenta que possibilita escolher e organizar ações, antecipando os resultados esperados. Um planejamento dinâmico é baseado em:
Um processo que define a viabilidade.
Seleção de uma alternativa inclusive a de nada fazer.
Execução de soluções e estimativas.
Detalhamento de soluções e estimativas de custos.
Controle ambiental de atividades propostas.
O gerenciamento geoambiental tem por objetivos:
Avaliar o consórcio dos recursos não madeiráveis, visando o desenvolvimento e a implantação de indústrias apropriadas com rendimentos padronizados;
Entender os processos físicos que atuam no meio ambiente, com as conseqüentes mudanças que ocorrem na superfície terrestre, como também avaliar e cadastrar os recursos naturais não renováveis;
Acompanhar as mudanças da superfície pelo mapeamento das alterações ocorridas pelo uso, pesquisas e ocupação nas zonas geoambientais;
Familiarizar os políticos e técnicos do uso de monitoramento para o planejamento de ações sócioeconômicas nas morfoestruturas;
Avaliar o potencial de águas pluviais na solução de problemas de suplementação na produção florestal, agropecuária e nos agroecossistemas com visão dinâmica.
A ecoeficiência é uma filosofia de gestão empresarial que incorpora a gestão ambiental, associando-a aos objetivos econômicos. Podemos citar como elementos da ecoeficiência:
Incremento da produção de produtos manufaturados;
Intensificação da emissão de substâncias tóxicas;
Maximização do uso sustentável de recursos renováveis;
Aumento do gasto de energia com bens e serviços;
Diminuição da reciclagem de materiais renováveis.
No campo, variáveis como o volume a ser colhido, características das árvores e topografia são passíveis de previsão. Já variáveis como alterações impostas pela indústria e variações climáticas bruscas são de difícil determinação.
Uma das propostas para se minimizarem os conflitos sociais na floresta amazônica é a de criação de reservas extrativistas. No entanto, o extrativismo vegetal como modelo de desenvolvimento não é unanimidade. Alguns autores afirmam que ele é base de desenvolvimento bastante frágil e sustentam que os produtos extrativistas estão fadados ao fracasso; outros defendem as reservas extrativistas como modelos para o desenvolvimento sustentável.
Em um plantio florestal, o macroplanejamento é voltado para o âmbito da fazenda ou do horto, e o microplanejamento, para o âmbito do talhão.
As indústrias que fabricam bens com baixos valores específicos, de forma que o custo de transporte tenha expressiva influência no valor unitário do produto, devem localizar-se próximo ao mercado do produto.
As empresas de reflorestamento que tenham carvoarias dentro de maciços florestais e que transportem o carvão vegetal para a indústria devem localizar-se próximo à fonte de matéria-prima, devido ao fato de o custo de transporte do produto acabado até o mercado ser, geralmente, menor que o do transporte da matéria-prima, na mesma distância.