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A escolha da espécie adequada a ser plantada é um fator determinante no sucesso dos projetos de florestamento e reflorestamento, e essa escolha não deve pautar pelas condições de clima e do solo do local do plantio, devido ao estágio avançado em que se encontra a silvicultura no Brasil.
Considere os itens a seguir para responder a questão:
I. madeira em toras, toretes e postes não imunizados.
II. escoramentos, palanques roliços, dormentes nas fases de extração/fornecimento, estacas e moirões.
III. achas e lascas, pranchões desdobrados com motosserra, lenha, palmito, xaxim e óleos essenciais. O Documento de Origem Florestal – DOF, gerado pelo sistema eletrônico denominado Sistema DOF, constitui-se em licença obrigatória para o controle do transporte e armazenamento de produtos e subprodutos florestais de origem nativa, contendo as informações sobre a procedência desses produtos e subprodutos.
Considerando os itens I, II e III citados, para efeito de Instrução Normativa competente, entende-se por produto florestal aquele que se encontra no seu estado bruto ou in natura, nas formas descritas em:
O uso alternativo de áreas florestais para fins agrícolas deve ser feito com base na classificação científica da capacidade do uso da terra.
A elegibilidade das atividades de um projeto florestal no contexto do mecanismo de desenvolvimento limpo, deve pautar pela conservação e/ou manejo das florestas, pois o reflorestamento e o florestamento não são elegíveis a esse mecanismo.
A Política Nacional de Incentivo ao Manejo Sustentado e ao Cultivo do Bambu incentivou a produção sustentável de bambu, favorecendo o artesanato regional, utilizado na agricultura familiar como fonte de geração de renda.
Para fins de licenciamento ambiental dos empreendimentos de base florestal e para autorização do plano de manejo florestal sustentável nas regiões do baixo sul, sul e extremo sul do estado da Bahia, em área de floresta ombrófila densa, é necessária a prévia realização dos estudos preconizados em resolução do CONAMA, incluindo o levantamento das espécies florestais de interesse comercial.
O manejo florestal deve ser adaptado às características não apenas das florestas, mas também das populações que as habitam; dessa forma, as estratégias para intervenção em áreas despovoadas devem ser diferenciadas das utilizadas para as florestas ocupadas por populações tradicionais.
Manejo florestal consiste na administração da floresta para obtenção de benefícios econômicos e sociais, respeitando-se os mecanismos de sustentação ambiental dos ecossistemas.
A definição da espécie a ser plantada é a primeira etapa de um projeto de reflorestamento; cada espécie se desenvolve em ambiente adequado, razão pela qual é importante que a escolha do material genético seja feita a partir de procedências cujas condições de origem sejam semelhantes ao local do plantio, sobretudo latitude, altitude, temperatura média anual, precipitação, déficit hídrico e tipos de solos.
A escolha do espaçamento é um dos pontos essenciais nos projetos florestais. O espaçamento tem influência ecológica/silvicultural nos incrementos, na qualidade da madeira, na idade de corte, nas práticas de manejo, nos tratos culturais, nas práticas de exploração e nos custos de produção.
A certificação florestal FSC (Forest Stewardship Council) foi criada em 1993, sendo atualmente a mais utilizada no mundo. Sobre essa certificação, é correto afirmar que:
é um sistema de gestão ambiental complementar à ISO 14001, possuindo normas semelhantes, certificando que a exploração de produtos florestais seja feita de forma sustentável;
o selo FSC certifica que, durante a exploração de produtos florestais (madeireiros e não madeireiros), estão sendo utilizadas técnicas adequadas;
é um sistema de certificação com fins lucrativos que visa garantir a correta adoção de técnicas de exploração florestal;
o selo FSC somente pode ser utilizado em produtos recém-retirados da floresta, tais como: toras, folhas, sementes, óleos etc.;

As curvas anamórficas utilizadas na classificação dos sítios produtivos possuem como característica principal:
apresentam uma proporcionalidade no desenvolvimento entre as curvas que compõem as famílias de curvas.
não apresentam uma proporcionalidade no desenvolvimento entre as curvas que compõem as famílias de curvas.
são paralelas entre si.
são perpendiculares entre si.
apresentam proporções diferentes, podendo ou não se cruzar.
Entre os fatores que contribuem para o sucesso do investimento em manejo florestal na Amazônia, estão o maior acesso a informação, o maior nível de controle governamental e a alta disponibilidade de serviços especializados para elaborar e executar os planos de manejo florestal.
Estimar o volume das árvores é, na maioria das vezes, a principal finalidade dos levantamentos florestais, notadamente quando se trata de povoamentos destinados para fins comerciais. Com relação à volumetria, marque a alternativa INCORRETA:
A maioria dos estudos para determinar o volume das árvores foi e ainda é, direcionada ao tronco principal, evidentemente, como uma decorrência do pouco uso comercial das demais partes que compõem a árvore.
Os troncos das árvores apresentam formas características que variam segundo um grande número de fatores, tais como: espécie, sítio, tratamentos silviculturais, idade, aspectos genéticos, etc.
Ao longo do tronco, as seções transversais são formadas por círculos perfeitos. O estudo matemático do volume da árvore pressupõe que ao fazer-se uma medição da altura(h), obtenham-se os sólidos correspondentes e com consequentes seções perfeitamente circulares.
O método de Newton exige que os diâmetros(d) ou circunferências(c) sejam medidos em 3 posições ao longo de cada seção, sendo portanto, um método trabalhoso de ser usado, mas com um volume de tora ou seção(v), frequentemente mais acurado.
As árvores cubadas, normalmente, destinam-se para o estudo de fatores de forma ou para o desenvolvimento de equações de volume ou funções de afilamento. Seja qual for o método empregado, o DAP com casca e altura total devem ser sempre medidos.
Vários parâmetros são utilizados para avaliar a qualidade das mudas de espécies florestais. Dentre estes, destacam-se, EXCETO:
Altura da parte aérea, sistema radicular.
Diâmetro do coleto, proporção entre as partes aérea e radicular.
Rigidez ou rusticidade da parte aérea, aspectos nutricionais.
Proporção entre o diâmetro do coleto e altura da parte aérea.
Densidade de massa com 15% de umidade radicular não inferior 710K g/m3.