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Em relação à dendrologia e às espécies de pinus recomendadas para plantio no Estado de Santa Catarina, assinale a alternativa INCORRETA.
Na faixa litorânea (Região Bioclimática 7) do Estado de Santa Catarina, para fins de reflorestamento com Pinus spp., é recomendável utilizar espécies de Pinus tropicais em detrimento de P. elliottii var. elliottii, que é uma espécie tradicionalmente plantada, uma vez que as primeiras apresentam maior rendimento.
A variedade Pinus caribaea var. bahamensis cresce em altitudes baixas e em regiões com precipitações médias anuais de 1.000 a 1.500 mm e temperaturas médias anuais entre 22 e 26°C. Além de ser uma excelente fonte de madeira para construções e matéria-prima para indústrias de polpa e chapas, também é usada para produção de resina.
Das espécies/variedades de Pinus tropicais introduzidas no Brasil, a variedade P. caribaea var. caribaea é a que apresenta a melhor forma de fuste, com ramos finos e curtos. Além disso, essa variedade é apontada como a mais tolerante a geadas na Província de Misiones, Argentina, que faz fronteira com o oeste de Santa Catarina.
P. taeda é natural das regiões sul e sudeste dos Estados Unidos, entre as latitudes 28° e 39°N e longitudes 75º a 97º W. O seu uso principal é a produção de resina.
A espécie Pinus patula tem como uma de suas características a produção de muitos ramos grossos e persistentes, o que requer a realização de desrama artificial ou melhoramento genético para aumentar aproveitamento como madeira serrada. No entanto, essa espécie é uma excelente fonte de madeira para a produção de celulose e chapas.