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A fadiga de um material consiste na ruptura com aplicação de tensão cíclica. Esta tensão variável no tempo, não precisa chegar ao limite elástico para promover a ruptura. A corrosão-fadiga (ou fadiga sob corrosão) é a ruptura com aplicação de tensão cíclica em presença de um meio corrosivo. Pressupõe uma interação sinérgica entre corrosão e tensão cíclica.
(Apostila de corrosão-fadiga. UFRGS, acesso abril 2019. p.1).
Em relação aos métodos de prevenção contra a corrosão-fadiga identifique a alternativa INCORRETA.
Modificação das propriedades da superfície. Tensões compressivas na região superficial e subsuperficial dificultam a nucleação da trinca a qual acontece por tensões trativas: “shotpeening” (jato de granalha); nitretação superficial.
Modificação do meio. De um modo geral diminuindo a corrosão, diminui a probabilidade do aparecimento da corrosão-fadiga: inibidores de corrosão (inibem iniciação do processo corrosivo); óleos emulsionáveis (adsorção).
Proteção catódica. Aços recuperam seu limite à fadiga em potenciais suficientemente catódicos. Cuidado: materiais suscetíveis à fragilização por hidrogênio (aços de alta resistência) podem se tornar suscetíveis à fadiga por causa do endurecimento causado pelo hidrogênio absorvido pelo metal.
Recobrimentos Protetores. Estes devem ser inelásticos em relação à tensão cíclica: tintas; recobrimentos metálicos (galvanização); anodização.