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Na análise da absorção de um soluto (diluído), absorvido da fase gasosa para a fase líquida (solvente), estima-se a altura da torre l (em m) como:
I=KyaG[(1−Lm⋅G1)In(yI−m⋅xIy0−m⋅x0)]
tal que G e L são, respectivamente, as vazões molares de gás e líquido por unidade de área (em sm2kgmol sm ); m* é a constante de equilíbrio; Ky a é o coeficiente global de transferência de massa vezes a área por volume (em smkgmol); y0 e yl são as frações molares do soluto no gás na entrada e na saída da torre, respectivamente, e x0 e xl são as frações molares do soluto no solvente na saída e na entrada da torre, respectivamente.
Para um dado problema, os valores numéricos (no sistema SI) são conhecidos, e os termos da equação acima foram calculados, aproximadamente, como:
KyaG=0,3;(1−Lm⋅G1)=4,0; In(yI−m⋅xIy0−m⋅x0)=2,0
tal que as unidades (quando há) foram omitidas aqui propositadamente.
Usando-se o conceito da literatura de “número de unidades de transferência” (NTU) e “altura de uma unidade de transferência” (HTU), tem-se, nesse caso:
l=0,3 m ; NTU = 8,0 ; HTU = 2,4 m
l=1,2 m ; NTU = 2,0 ; HTU = 2,4 m
l=2,4 m ; NTU = 8,0 ; HTU = 0,3 m
l=2,4 m ; NTU = 2,0 ; HTU = 1,2 m
l=2,4 m ; NTU = 4,0 ; HTU = 0,6 m