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Considere hipoteticamente que um servidor público que atua no atendimento ao público tenha recebido solicitação de certo cidadão que se identificou como amigo pessoal do diretor do órgão. O cidadão solicitou tratamento diferenciado para agilizar seu processo, alegando urgência pessoal e mencionando que "o diretor já está ciente da situação". O servidor verificou que o processo não possuia características que justificassem tramitação prioritária conforme as normas internas, mas o cidadão insistiu no tratamento especial, chegando a mencionar possíveis "consequências", caso não seja atendido. O servidor deve equilibrar a cortesia no atendimento com o princípio da impessoalidade administrativa.
Diante dessa situação, considerando os princípios éticos do serviço público e as vedações estabelecidas na legislação, o servidor deve
atender à solicitação de tratamento diferenciado, priorizando a cortesia e evitando conflitos desnecessários.
consultar o diretor mencionado antes de decidir acerca do tratamento a ser dispensado ao cidadão.
explicar ao cidadão que não pode oferecer tratamento diferenciado, mas sugerir que procure diretamente o diretor.
manter tratamento cortês, mas impessoal, seguindo rigorosamente os procedimentos estabelecidos para todos os casos.
registrar a solicitação de tratamento especial e encaminhar o processo para análise da chefia imediata.