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Durante um seminário interno sobre governança ética, a administradora Luciana apresentou um caso que recentemente impactou sua organização: diante de uma situação inédita envolvendo o uso de inteligência artificial na triagem de currículos, surgiram questionamentos internos sobre a imparcialidade do algoritmo e a ausência de parâmetros éticos claramente definidos. A empresa, apesar de ter um código de conduta robusto, nunca havia previsto cenários envolvendo decisões automatizadas. Além disso, a reação dos gestores foi dividida — alguns minimizaram a questão como uma “falha tecnológica”, enquanto outros defenderam que a organização deveria rever suas práticas com base na diversidade cultural e na responsabilidade social.
Diante do caso apresentado e dos desafios contemporâneos à ética corporativa, é correto afirmar que a organização enfrentou
uma disfunção operacional típica de empresas que adotam inovação tecnológica sem alinhamento com objetivos estratégicos de curto prazo.
limitações éticas relacionadas à emergência de novos dilemas não contemplados por normas vigentes, exigindo práticas cotidianas de responsabilidade social e valorização da diversidade.
um problema exclusivamente jurídico, cuja solução se restringe à atualização do código de ética com base na legislação trabalhista em vigor.
conflitos culturais decorrentes da atuação em diferentes mercados internacionais, o que justifica o uso de parâmetros éticos flexíveis para preservar a competitividade.
falhas nos processos de compliance da área de TI, exigindo responsabilização apenas da equipe técnica envolvida na implementação da solução digital.