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Segundo Goodman (2012), os distúrbios degenerativos caracterizam-se pela perda progressiva e irreversível dos neurônios localizados em regiões específicas do cérebro. São exemplos a esclerose lateral amiotrófica e as doenças de Parkinson, Huntington e Alzheimer.
A carbidopa é o precursor metabólico da dopamina e, isoladamente, é o fármaco mais eficaz para o tratamento da doença de Parkinson.
Donepezila, rivastigmina e entacapona são fármacos amplamente utilizados no tratamento da doença de Alzheimer com a finalidade de ampliar a transmissão colinérgica.
O riluzol é um fármaco utilizado no tratamento da esclerose lateral amiotrófica que inibe a liberação do glutamato, mas também estimula os canais de sódio dependentes da voltagem.
A fluoxetina é eficaz no tratamento da depressão e da irritabilidade demonstradas pelos pacientes com doença de Huntington sintomática.
A selegilina e a fenelzina são inibidores seletivos da MAO-B utilizados no tratamento da doença de Parkinson que não produzem o chamado “efeito do queijo”.