

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Um paciente usuário de glibenclamida, hipoglicemiante oral, uma semana após entrar em tratamento para tuberculose com o esquema RIP (rifampicina, isoniazida e pirazinamida) começa a apresentar um quadro clinico de hiperglicemia. Suspeita-se de que esse seja um caso de interação medicamentosa, pois a glibenclamida é substrato de CYP3A4 e a rifampicina é indutor do CYP3A4. Uma análise completa dessa situação leva à conclusão de que:
O esquema RIP pode induzir a produção de glicose mantida sob reserva no fígado.
As enzimas dos sistemas CYP são passiveis de indução enzimática promovida por fármacos.
A administração do esquema RIP no mesmo horário da glibenclamida deve ser evitada para esse paciente.
O esquema RIP promove interação apenas no tratamento da síndrome da imunodeficiência adquirida.
A hipótese de interação não tem fundamento, pois os processos enzimáticos são imediatos e, no caso se manifestaram uma semana após o inicio do tratamento.