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Na abordagem farmacológica da DA, o uso de...

Leia texto abaixo para responder às questões 39 e 40:

"A doença de Alzheimer (DA) é uma demência progressiva e eventualmente fatal, de causa desconhecida, que se caracteriza por perda das funções cognitivas e físicas, em geral com sintomas comportamentais. A suscetibilidade genética à DA de início tardio está principalmente ligada ao genótipo da apolipoproteína E (APOE), porém uma interação de múltiplos genes com o ambiente pode desempenhar um papel. Os fatores de risco associados à DA incluem idade, diminuição da capacidade de reserva do cérebro, lesão craniana, síndrome de Down, depressão, comprometimento cognitivo leve e fatores de risco para doença vascular, incluindo hipertensão, níveis elevados de colesterol das lipoproteínas de baixa densidade, baixos níveis de colesterol das lipoproteínas de alta densidade e diabetes melito".

Na abordagem farmacológica da DA, o uso de benzodiazepínicos não é aconselhado, exceto “quando necessário” para episódios infrequentes de agitação. Nesses casos, esse grupo de medicamentos é utilizado devido ao seu mecanismo de ação, que envolve:


A

inibição dos diferentes tipos de colinesterases (acetilcolinesterase e pseudo-acetilcolinesterase), que catalisam a hidrólise de acetilcolina, evitando o excesso de acetilcolina e a consequente sobre-estimulação muscular.


B

o bloqueio da neurotransmissão glutamatérgica ao antagonizar os receptores de N-metil-D-aspartato.


C

antagonismo do receptor dopaminérgico D2, diminuindo a sua ativação pela dopamina endógena.


D

inibição seletiva da receptação de serotonina, aumentando a concentração extracelular desse neurotransmissor.


E

potencialização do efeito do neurotransmissor ácido gamaaminobutírico (GABA) no receptor GABAA.