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O texto a seguir, segue como referência para as questões 17 e 18. Considerar que o conteúdo se encontra direcionado para a segunda pessoa no singular, usando termos “populares”, para melhor compreensão do leitor, pois trata-se de um texto instrutivo retirado do site da “Sociedade Brasileira de Diabetes”.
Os medicamentos para controle do diabetes estão sempre evoluindo e o médico é a pessoa mais capacitada para indicar aquele que se adapta ao seu perfil. Eles ajudam o pâncreas a produzir mais insulina, diminuem a absorção de carboidratos e aumentam a sensibilidade do organismo à ação da insulina.
Lembrando que nem sempre serão necessários medicamentos por longos períodos: no caso do Diabetes Tipo 2, a mudança no estilo de vida pode ser suficiente. Outra coisa que uma pessoa que acabou de receber o diagnóstico deve saber é que os remédios são modificados ao longo do tempo, de acordo com a idade e com o comportamento da taxa de glicemia.
Às vezes, o controle glicêmico só é obtido com injeções de insulina. Algumas pessoas necessitam receber esta substância ao mesmo tempo em que fazem uso de medicamentos. A frequência com que você recebe insulina depende de quanto o seu corpo ainda produz e de como o seu médico pretende controlar o seu nível glicêmico.
Outra informação relevante: tipos diferentes de insulina têm tempo de ação diferente. Sua equipe médica dirá quanto de cada tipo você necessita e com que frequência. É importante aprender a técnica correta de uso das injeções de insulina e sempre modificar o local do corpo onde são aplicadas, para evitar problemas degenerativos. Os melhores locais são a barriga, exceto a área de 5 cm ao redor do umbigo; região superior das nádegas; face anterior e lateral das coxas; e região lateral e posterior do braço.
A aplicação pode ser feita por meio de seringas, canetas próprias para esse fim e também por meio das bombas de insulina. Algumas delas fazem as duas funções: medem a taxa de glicemia e aplicam a dose indicada pelo usuário. A equipe multidisciplinar poderá ajudá-lo com informações sobre cada métodos, os custos envolvidos e as formas para adquirir os equipamentos.
Os avanços científicos na área possibilitam tratamentos para todos os tipos de casos de diabetes. Esta é uma oportunidade para você prestar mais atenção à sua saúde e adquirir responsabilidades sobre as mudanças.
Fonte: https://www.diabetes.org.br/publico/diabetes/diagnostico-e-tratamento.
Referindo-se a toxicologia ocupacional, os profissionais frentistas estão expostos a diversos solventes orgânicos presentes nos combustíveis, sendo que na gasolina tem-se o chamado BTX (Benzeno, Tolueno e Xileno). Para monitorar a exposição desses trabalhadores, pode-se realizar o monitoramento ambiental e ou o biomonitoramento dos frentistas expostos. Nesse monitoramento biológico, são dosados na urina dos expostos os metabólitos dos três solventes orgânicos presentes na gasolina (biomarcadores), sendo:
Benzeno – Ácido fenilglioxílico; Tolueno – Ácido hipúrico; Xileno – Ácido mandélico.
Benzeno – Ácido trans, trans-mucônico; Tolueno – Ácido hipúrico; Xileno – Ácido metil hipúrico.
Benzeno – 2, 5 Hexanodiona; Tolueno – Ácido hipúrico; Xileno – Ácido mandélico.
Benzeno – Ácido mandélico; Tolueno – Ácido hipúrico; Xileno – Ácido fenilglioxílico.