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“A malária, mundialmente um dos mais sérios problemas de saúde pública, é uma doença infecciosa causada por protozoários do gênero Plasmodium e transmitida ao homem por fêmeas de mosquitos do gênero Anopheles, produzindo febre, além de outros sintomas. Quatro espécies de plasmódio podem causar a doença: P. falciparum, P. vivax, P. malariae e P. ovale (essa, de transmissão natural apenas na África). Tradicionalmente, o diagnóstico confirmatório da malária é feito pelo exame microscópico do sangue, necessitando de material e reagentes adequados, bem como de técnicos bem treinados para sua realização, objetivando a detecção e diferenciação das espécies de plasmódios. ”
Disponível em:
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/malaria_diag_manual_final.pdf.
Em relação ao diagnóstico laboratorial da malária é CORRETO afirmar:
O exame laboratorial parasitológico é realizado com esfregaços (extensão) sanguíneos corados. O sangue deve ser coletado durante ou logo após o acesso malárico febril.
A pesquisa de plasmódio pela microscopia pode ser feita tanto em gota espessa de sangue quanto em esfregaço delgado, esses recursos não oferecem desvantagens.
O método gota espessa concentra maior quantidade de sangue desemoglobinizado numa área relativamente pequena, isso faz com que este método diminua a probabilidade de se encontrarem parasitos, o que a torna o método de última escolha para o diagnóstico de malária.
A morfologia do parasito não se altera durante o processo de desemoglobinização, requerendo assim experiência para a identificação de espécies.