

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Com o surgimento da Farmacoepidemiologia na década de 1960, esta ciência foi subdividida em duas grandes subáreas, sendo elas a Farmacovigilância e os Estudos de Utilização de Medicamentos (EUMs). Entretanto entre as décadas de 1990 e 2000 existiu a necessidade de estudos voltados para a aplicação da economia em saúde, surgindo a terceira vertente dos estudos farmacoepidemiológicos, a Farmacoeconomia. Nesse contexto, é CORRETO afirmar que:
As Análises de Custo-Utilidade podem ser consideradas um tipo especial de custo-efetividade, na qual a medida dos efeitos de uma intervenção considera a medição de qualidade de vida relacionada com a saúde.
Na Análise Custo-Efetividade todos os custos (investimentos) e benefícios (consequências) das opções terapêuticas são medidas em termos monetários, de que é possível verificar se os benefícios excedem as despesas para cada intervenção.
A Análise de Minimização de Custos é uma das avaliações econômicas mais simples, mas não deve ser utilizada quando duas ou mais alternativas terapêuticas possuem os mesmos impactos clínicos.
Identificar os efeitos indesejáveis raros e desconhecidos relacionados aos medicamentos, quantificar o risco desses efeitos e os mecanismos subjacentes aos efeitos indesejáveis são objetivos primordiais no processo de trabalho farmacoeconômico.
No processo de avaliação farmacoeconômica os custos indiretos devem superar os custos diretos e intangíveis, de modo a permitir correta mensuração da eficiência das opções terapêuticas.