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Segundo a Diretriz Brasileira de Diabetes (2019-2020), a escolha do tratamento farmacológico de pacientes com diabetes mellitus do tipo 2 (DM2) baseia-se nos seguintes aspectos: mecanismos de resistência à insulina, falência progressiva da célula beta, múltiplos transtornos metabólicos (disglicemia, dislipidemia e inflamação vascular) e repercussões micro e macrovasculares que acompanham a história natural do DM2. Sobre o manejo e tratamento do diabetes mellitus do tipo 2, é correto afirmar:
A primeira opção de tratamento é a glibenclamida, pois promove redução de eventos cardiovasculares, perda de peso e possui um baixo custo.
Os inibidores do SGLT-2, como a dapaglifozina, promovem redução de eventos cardiovasculares.
Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, a meta terapêutica de HbA1C para pacientes diabéticos é <6,0%.
A hipoglicemia é uma das reações adversas associadas ao uso de sulfonilureias, como a pioglitazona.
Os análogos do GLP-1 promovem ganho de peso.