

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Leia o texto a seguir, que descreve uma situação hipotética.
Em uma população de 40.000 habitantes, no ano de 2010, observou-se que 900 habitantes eram pessoas idosas, e desses 400 faziam uso crônico do medicamento diazepam. Uma análise de morbidade, realizada nesse mesmo ano, entre as pessoas idosas, mostrou os seguintes eventos: 4 casos de infarto agudo do miocárdio, 3 casos de acidente vascular encefálico, 10 casos de fraturas, 60 casos de infecção do trato urinário, 50 casos de quedas. Foi estudada a relação entre utilização de diazepam por idosos e a ocorrência de fraturas.
Desse modo, considera-se que a utilização crônica de diazepam pelas pessoas idosas é
contra-indicada, pois pode relacionar-se à ocorrência de quedas e fraturas nos idosos, sendo o diazepam um benzodiazepínico de meia-vida longa.
indicada, pela ausência de relação com os eventos mórbidos ocorridos nos idosos, sendo o diazepam um benzodiazepínico de meia-vida curta.
indicada, pela ausência de sua relação com a ocorrência de quedas e fraturas nos idosos, sendo o diazepam um benzodiazepínico de meia-vida longa.
contra-indicada, pois pode relacionar-se à ocorrência de infecção urinária nos idosos, sendo o diazepam um benzodiazepínico de meia-vida curta.