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Conforme o livro "Diagnósticos Clínicos e Tratamento por Métodos Laboratoriais de Henry" (2012), a insuficiência hepática fulminante é uma condição altamente fatal, na qual a massiva destruição do tecido hepático resulta em falência hepática total. Assim, assinale a opção que caracterize corretamente a insuficiência hepática fulminante.
Uma das possíveis causas da insuficiência hepática fulminante são a hepatite B aguda com superinfecção por hepatite C.
Todos os pacientes com a doença desenvolvem insuficiência renal em decorrência da síndrome hepatorrenal e da necrose glomerular aguda.
Os níveis séricos de ALT/AST permanecem altos durante toda a progressão da doença, em decorrência da destruição do tecido hepático viável.
Existem duas formas histopatológicas: necrose panhepática e esteatose microvesicular. O primeiro tipo é mais comumente observado na Síndrome de Reye.
Diferentemente da cirrose (em que os pacientes se tornam hiponatrêmicos), os pacientes com insuficiência hepática fulminante podem se tornar hipernatrêmicos.