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Paciente do sexo feminino, 65 anos, hipertensa controlada há 12 meses, com propranolol na dose de 120 mg/dia. Após diagnóstico de dor orofacial, recebeu a prescrição de carbamazepina 200mg três vezes ao dia. Decorridos sete dias do início do tratamento prescrito, a paciente procurou o pronto atendimento com queixa de “pressão alta”. Foi constatada PA de 180/105 mmHg. Considerando o caso descrito, assinale a alternativa CORRETA.
A incompatibilidade química entre carbamazepina e propranolol justifica a crise hipertensiva da paciente.
A crise hipertensiva ocorreu porque a carbamazepina ativa a liberação de renina e leva ao aumento da pressão arterial.
A crise hipertensiva pode ter sido desencadeada, pois o propranolol não possui efeito anti-hipertensivo potente.
O efeito indutor enzimático da carbamazepina pode justificar a crise hipertensiva da paciente.
A crise hipertensiva ocorreu porque a carbamazepina ativa a liberação catecolaminas e leva ao aumento da pressão arterial.