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A sífilis é uma doença infecciosa causada pela bactéria Treponema pallidum. Os exames diretos podem ser utilizados para a detecção dessa bactéria em material de lesão, mas são de baixa sensibilidade. Por isso, o Ministério da Saúde recomenda testes sorológicos para a detecção de anticorpos específicos e não específicos para o diagnóstico e acompanhamento da sífilis. O exame de VDRL (Venereal Disease Research Laboratory) ou o RPR (Rapid Plasma Reagin) são os testes não treponêmicos mais utilizados no mundo para diagnóstico e acompanhamento terapêutico da sífilis. A imunofluorescência indireta, os testes rápidos e a técnica de enzimaimunoensaio (ELISA) são considerados treponêmicos e específicos para a doença, sendo recomendados para a confirmação da infecção. Os dois testes são essenciais para o primodiagnóstico. Supondo que uma pessoa é reagente até a diluição 1/32 no teste não treponêmico de VDRL e reagente no treponêmico (ELISA), essa condição é sugestiva de:
Sífilis crônica.
Sífilis ativa.
Ausência de sífilis.
Sífilis congênita.
Sífilis curada.