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Um adolescente de 14 anos de idade é admitido na enfermaria pediátrica, apresentando sonolência. O farmacêutico clínico (FC) realiza entrevista para conciliação medicamentosa e identifica que o paciente faz uso contínuo de fenobarbital, pois tem: comorbidade epilepsia do tipo tônico-clônica generalizada. O médico plantonista não optou pela conciliação medicamentosa e prescreveu fenitoína 300 mg 24/24h via oral (VO). Após cinco dias de uso, o paciente apresentou uma crise convulsiva. Durante a visita multidisciplinar, o FC sugeriu a monitorização plasmática de fenitoína. (Resultado: nível plasmático da fenitoína: 5 mcg/mL). Com base nos conceitos de farmacocinética clínica, qual é o motivo para a dosagem subterapêutica de fenitoína?
Interação do tipo farmacodinâmica (metabolização). O paciente fazia uso crônico de fenobarbital, que é inibidor enzimático. Responsável pela inibição da expressão das enzimas hepáticas CYP3A4 e CYP2C19, responsáveis pelo metabolismo do fenobarbital e da fenitoína. Esse mecanismo explica o nível baixo da fenitoína, ocasionando a crise convulsiva.
Interação do tipo farmacocinética (metabolização). O paciente fazia uso crônico de fenobarbital, que é indutor enzimático. Responsável pela indução da expressão das enzimas hepáticas CYP3A4 e CYP2C19, responsáveis pelo metabolismo do fenobarbital e da fenitoína. Esse mecanismo explica o nível baixo da fenitoína, ocasionando a crise convulsiva.
Interação do tipo farmacocinética (metabolização). O paciente fazia uso crônico de fenobarbital, que é indutor enzimático. Responsável pela indução da expressão das enzimas hepáticas CYP3A4 e CYP2C19, responsáveis pelo metabolismo do fenobarbital e da fenitoína. Esse mecanismo explica o nível alto da fenitoína, ocasionando a crise convulsiva.
Interação do tipo farmacocinética (metabolização). O paciente fazia uso crônico de fenobarbital, que é inibidor enzimático. Responsável pela indução da expressão das enzimas hepáticas CYP3A4 e CYP2C19, responsáveis pelo metabolismo do fenobarbital e da fenitoína. Esse mecanismo explica o nível alto da fenitoína, ocasionando a crise convulsiva.
Interação do tipo farmacocinética (excreção). O paciente fazia uso crônico de fenobarbital, que é inibidor enzimático. Responsável pela indução da expressão das enzimas hepáticas CYP3A4 e CYP2C19, responsáveis pelo metabolismo do fenobarbital e da fenitoína. Esse mecanismo explica o nível alto da fenitoína, ocasionando a crise convulsiva.