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Assinale a alternativa correta em relação ao papel do farmacêutico clínico na farmacoterapia da dor.
Utilizar uma estratégia de polifarmácia racional de combinar opioides e analgésicos adjuvantes não opioides, como paracetamol e anti-inflamatórios não esteroides, proporciona maior alívio da dor, reduz as dosagens e diminui os efeitos adversos relacionados aos opioides.
A dor crônica pode durar meses, mas diminui à medida que o estímulo que produz a dor é removido e/ou ocorre o processo de cicatrização, e geralmente não deve ser tratada com analgésicos, sendo preferível uma abordagem não farmacológica.
A dor aguda normalmente dura horas a dias, dependendo da patologia precipitante, tem um prognóstico imprevisível e é tratada principalmente com analgésicos opioides.
Alguns antidepressivos podem ser usados como adjuvantes para o tratamento da dor, sendo que os inibidores da MAO são os mais utilizados, enquanto os antidepressivos tricíclicos têm se mostrado pouco úteis para essa finalidade.
Quando não se obtém analgesia com os morfínicos fracos, inicia-se o uso de morfínicos potentes, como o fosfato de codeína, o dextropopoxifeno, o tramadol, a oxicodona, a hidrocodona e a pentazocina.