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Durante auditoria no sistema de abastecimento farmacêutico de um hospital público, constatou-se que diversos medicamentos classificados como Classe A (responsáveis pela maior participação no valor total de consumo) apresentavam sucessivas rupturas, mesmo havendo estoque de segurança previamente definido e registrado nos relatórios de gestão. A análise dos documentos revelou que os intervalos de reposição e o ponto de pedido variavam significativamente entre ciclos de compra, sem justificativa técnica. Considerando os princípios técnicos de gestão de estoques aplicados à Assistência Farmacêutica, qual é o fator de gestão mais provável e direto para a ocorrência dessas rupturas, especialmente em itens de alta criticidade (Classe A)?
Falha na programação, indicando inadequação no cálculo do ponto de pedido e na definição da periodicidade de reposição dos itens de maior criticidade.
Classificação ABC incorreta, pois itens com alto volume de consumo deveriam ser alocados na Classe C.
Excesso de estoque máximo, reduzindo o giro dos produtos e favorecendo desabastecimentos.
Equívoco na escolha do método de reposição, exigindo a adoção do PEPS para evitar rupturas.
Problemas decorrentes do inventário rotativo, aplicável exclusivamente aos itens da Classe B.