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Em decorrência das mudanças no padrão alimentar da população, a suplementação da dieta com micronutrientes é prática comum. A preocupação com a saúde e a facilidade de comercialização dos suplementos vitamínicos e/ou minerais, aliadas ao forte apelo publicitário, têm estimulado a população ao consumo indiscriminado desses produtos, o que pode acarretar riscos à saúde. Tendo em conta o consumo de suplementos vitamínicos e as necessidades fisiológicas, assinale a alternativa INCORRETA.
A carência de vitamina A leva ao desenvolvimento da cegueira noturna; a falta de vitamina C é responsável pelo escorbuto, e a deficiência de ferro causa a anemia ferropriva.
A suplementação com micronutrientes pode ajudar a evitar o desenvolvimento de doenças. Contudo, sua ingestão excessiva, principalmente das vitaminas lipossolúveis, pode trazer conseqüências à saúde, causando diversos problemas, como danos hepáticos, descamação na pele, enxaqueca e vômito.
Intoxicação por excesso de vitamina D resulta em hipercalcemia e sintomas como náusea, poliúria e fadiga.
Suplementos vitamínicos comerciais, analisados quanto aos teores de vitaminas A e E, possuem quantidades excessivas das mesmas, tendo em conta a necessidade diária de um adulto. Porém, por se tratar de vitaminas hidrossolúveis, não há risco de intoxicação por hipervitaminose.
Suplementos vitamínicos e/ou minerais são indicados somente para pessoas que necessitem complementar a dieta caso a ingestão não seja suficiente, já que a carência de nutrientes pode levar ao desenvolvimento de doenças.