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Para o tratamento da HIV/AIDS, a tendência mundial é o início precoce da terapia antirretroviral (TARV), com intervenções combinadas para o controle da doença.
Sobre prevenção e tratamento de pessoas vivendo com HIV/AIDS, é correto afirmar:
Tenofovir, lamivudina, dolutegravir, esquema para início de tratamento, pode ser classificado como uma intervenção biomédica, uma vez que é sabido que a carga viral indetectável tem redução da transmissão em mais de 90%.
Em pacientes em uso de TARV, o foco do monitoramento laboratorial não deve ser a carga viral mas detectar precocemente a ocorrência de infecções secundárias e outras comorbidades.
Existe a necessidade da adoção de medidas preventivas e rastreamento adequado para a diminuição da incidência e diagnóstico precoce de neoplasias, com exames específicos e diferentes daqueles que são efetuados para a população geral.
A associação de tenofovir com lamivudina (TDF/3TC) além de ser disponível em coformulação e permitir tomada única diária, apresenta um perfil desfavorável em termos de toxidade hematológica, lipoatrofia, sendo preferível o uso AZT.
Considera‐se como adesão suficiente a tomada de medicamentos com uma frequência de, pelo menos, 50% para alcançar a supressão viral e sua manutenção. Ressalta-se que a má adesão é uma das principais causas de falha terapêutica.