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A Síndrome Metabólica (SM) pode ser definida como um grupo...

A Síndrome Metabólica (SM) pode ser definida como um grupo de fatores de risco inter-relacionados, de origem metabólica, que diretamente contribuem para o desenvolvimento de doença cardiovascular e/ou diabetes mellitus (DM) do tipo 2. Esses fatores incluem pressão arterial alterada, altas taxas de glicose no sangue, elevado nível de triglicerídeos, baixo nível de lipoproteína de alta densidade (HDL) e obesidade. Algumas medidas não-medicamentosas são indicadas para controle do peso corporal e da glicemia, porém, quando os pacientes com hiperglicemia não respondem ou deixam de responder adequadamente às medidas não-medicamentosas, devem ser inseridos um ou mais agentes antidiabéticos, com a finalidade de controlar a glicemia e promover a queda da hemoglobina glicada.


Sobre os agentes antidiabéticos utilizados no tratamento medicamentoso do DM relacionado à SM, é correto afirmar que


A

a pioglitazona é um secretagogo de insulina que desenvolve uma ação hipoglicemiante mais prolongada que as tiazolidinedionas.


B

no período do DM tipo 2 quando ocorre diminuição de secreção de insulina, é correta a indicação da acarbose apenas em monoterapia.


C

não é indicada a combinação de insulina de depósito (Neutral Protamine Hagedorn – NPH) com medicamentos antidiabéticos orais em nenhuma situação.


D

no período inicial do DM tipo 2, caracterizado por obesidade com insulino-resistência, a melhor indicação são os fármacos do grupo das sulfoniluréias, como glibenclamida e glipizida.


E

a metformina, quando utilizada em monoterapia, não está relacionada como o aparecimento de hipoglicemia e, portanto, pode ser utilizada com segurança desde o início da efermidade.