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Os inibidores de SGLT2 impedem a reabsorção de glicose pela inibição das proteínas SGLT2 nos túbulos proximais dos rins, representando uma nova opção terapêutica oral para pacientes com diabetes mellitus do tipo 2 (Forti et al., 2019). Sobre esse assunto, assinale a alternativa correta.
Os inibidores do SGLT2 possuem um baixo risco de hipoglicemia, promovem perda de peso e reduzem a pressão arterial sistólica de 4 a 6 mmHg, mas apresentam um risco de causar infecções genitais e de trato urinário.
Os estudos que avaliaram o risco cardiovascular dos inibidores do SGLT2 em comparação com o tratamento habitual demonstraram um aumento da internação por insuficiência cardíaca congestiva
São representantes dos inibidores de SGLT2, a saxagliptina, linagliptina, vildagliptina, sitagliptina e alogliptina.
Os medicamentos dessa classe demonstraram prejuízo na evolução para insuficiência renal terminal e proteinúria naqueles com insuficiência renal leve a moderada.
A associação dos inibidores do SGLT2 com a metformina é contraindicada.