No que diz respeito à “Ética do Discurso”, de
Apel, é correto afirmar que
A
se constitui através de uma filosofia quasetranscendental
que supera as limitações da
filosofia transcendental de Kant.
B
se constitui de uma reformulação do imperativo
categórico kantiano na busca de uma
fundamentação última baseada na linguagem.
C
incorpora o solipsismo metódico da semiótica
transcendental e da teoria pragmática dos jogos
de linguagem.
D
é incompatível com uma fundamentação última
pós-metafísica.