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Texto I
“A estética tem por objetivo o vasto império do belo e, para empregar a expressão que melhor convém a esta ciência, é a filosofia da arte ou, mais precisamente, a filosofia das belas-artes.” (Hegel.)
Texto II
“O juízo de gosto é um juízo estético, isto é, um juízo que se baseia em fundamentos subjetivos e cujo motivo determinante não pode ser um conceito nem, por conseguinte, o conceito de um fim determinado.” (Kant.)
Definir estética é uma tarefa difícil, porque não há um consenso entre os teóricos sobre tal conceito. Em relação à estética, é correto afirmar que:
Na Idade Antiga e Média, o “belo” deixa de ser estudo filosófico por conta das restrições religiosas e políticas.
O termo filosófico “estética” é muito utilizado na vida cotidiana e chega ao senso comum com um significado fragmentado.
Os juízos estéticos, segundo Aristóteles, se formam a partir das conexões entre a intuição e a ciência e se distinguem plenamente das questões morais.
Para Platão, a existência do “belo em si”, uma essência, está presente apenas no mundo real, pois, no “mundo das ideias”, só há lugar para sentimentos perenes.