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“É notório que algumas pessoas não assumem que são sujeitas de seu destino e que podem ...

“É notório que algumas pessoas não assumem que são sujeitas de seu destino e que podem agir, se autoconstruir, dar um sentido para sua vida. Percebemos, também, que hoje algumas pessoas, além de ficarem esperando que seus problemas se resolvam por obra do destino ou do acaso, se fundamentam na mídia. Todavia, o modo de ser das pessoas é ditado pelo outro, mas não o outro semelhante que se relaciona e convive com ele (que está preocupado consigo e com outros que assim escolhem agir certo) e, sim, por aquele outro que fica nas telas da TV, do computador e até mesmo dos celulares por horas, vendendo um modo de ser.”


Inúmeras concepções filosóficas, ao longo do tempo, em diversos lugares, abordaram esses e outros dilemas da condição e da natureza humana. Os existencialistas, mais precisamente, Jean Paul Sartre apresenta várias ideias sobre tais questões. Dentre elas, podemos apontar:


A

A assertiva de que “o maior problema e o único que nos deve preocupar é vivermos felizes”.


B

A ideia de que “não somos aquilo que fizeram de nós, mas o que fazemos com o que fizeram de nós”.


C

A teoria que “a Lei foi dada para que se implore a graça; a graça foi dada para que se observe a lei. E a lei nos leva a Deus”.


D

O amor iluminado pela razão filosófica liga-se a uma confiança “– inexplicável, sem objeto, intelectualmente incompreensível –“ no fundamento último das coisas.