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“Art. 1º: Todas as pessoas que pratiquem a experimentação biológica devem tomar consciência de que o animal é dotado de sensibilidade, de memória e que sofre sem poder escapar a dor;
Art. 2º: O experimentador é, moralmente, responsável por suas escolhas e por seus atos na experimentação animal;
Art. 3º: Procedimentos que envolvam animais devem prever e se desenvolver considerando-se sua relevância para a saúde humana o animal, a aquisição de conhecimentos ou o bem da sociedade [...].”
(Princípios Éticos para o uso de animais de laboratório. Disponível em: ufrb.edu.br.)
Um dos debates polêmicos e atuais relativos à Bioética, diz respeito a inúmeros testes com animais em pesquisas e laboratórios. Diante do exposto, é correto afirmar que:
Tais testes nunca são submetidos a comitês de ética, o que os torna ações demasiadamente polêmicas.
Os testes realizados em animais são uma das grandes causas de revolta dos protetores dos animais na sociedade atual.
Apesar da ênfase em não causar sofrimento ou dor aos animais, constata-se que 100% das experiências assim o fazem.
Apenas no Brasil predominam esses testes com animais; pois, na maior parte do mundo, só se permite métodos como a utilização de sistemas biológicos in vitro.