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O estudo das condições a priori do conhecimento foi denominado por Kant “transcendental”, que nada tem a ver com o “transcendente”, mas com aquelas condições que, de parte do sujeito, contribuem constitutivamente para a possibilidade da experiência. A demonstração da necessidade a priori para a experiência ocupou o centro da Crítica da razão pura sob o nome de “Dedução transcendental das categorias”
ROHDEN, Valério. O criticismo kantiano. In: REZENDE, Antonio (Org.). Curso de Filosofia: para professores e estudantes dos cursos de ensino médio e de graduação. Rio de Janeiro: Zahar, 1986. p. 131.
Com base nesse trecho, assinale a alternativa correta.
A dedução transcendental trata da experiência sensível direta e da negação das categorias do entendimento.
O termo “transcendental” em Kant refere-se àquilo que está além de toda e qualquer experiência possível, como a “coisa em si”.
Para Kant, o conhecimento é totalmente empírico e dispensa estruturas a priori do sujeito.
A dedução transcendental das categorias visa mostrar como conceitos puros do entendimento são necessários para possibilitar a experiência.
O “transcendental” em Kant é sinônimo de “transcendente” e diz respeito ao conteúdo teológico da razão pura.