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Em reportagem sobre acidentes de trânsito no Brasil, publicada em 18/03/2015, o sociólogo e especialista em segurança no trânsito Eduardo Biavati alertou sobre o perigo do uso do celular ao volante. Segundo Biavati: Antes o uso do celular se restringia a ligações de voz, que demandava basicamente uma das mãos. A situação de riscofoi maximizada com as mudanças do próprio uso do smartphone. Para você digitar qualquer letra, além da mão, é preciso olhar para a tela. Ou seja, a distração é mais profunda: perde-se o contato visual e o mecânico. Um estudo do NHTSA, departamento de Trânsito dos Estados Unidos, revela que o uso de dispositivos móveis ao volante aumenta em até 400% o risco de acidente. Um risco muito maior do que o causado pela embriaguez!
Suponha que dois carros trafeguem a 90 km/ h na mesma pista, separados por uma distância de seguimento de 50 m. De repente, em virtude de retenções na via, o carro da frente freia constantemente a uma taxa de 5,0m/ s2 até parar . Porém, o motorista do carro de trás está distraído, lendo uma mensagem no Whatsapp e demora 2,2 s para perceber a luz do freio do carro da frente e mais 0,30 s para reagir e efetivamente pisar fundo no freio, provocando uma forte desaceleração constante de 7,5m/ s2.
Considerando essas informações, pode-se afirmar que uma colisão
vai ocorrer, porque a distância de frenagem dos dois carros é maior que a distância de seguimento entre eles
vai ocorrer, porque a distância total percorrida pelo carro de trás até parar é maior que a distância percorrida pelo carro da frente somada com a distância de seguimento.
não vai ocorrer, porque a desaceleração do carro de trás é bem maior que a desaceleração do carro da frente, provocando que a distância de frenagem seja menor que a distância de seguimento.
não vai ocorrer, porque a distância total percorrida pelo carro de trás até parar é menor que a distância percorrida pelo carro da frente, somada com a distância de seguimento.