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Em um experimento mental, um astronauta viaja em uma espaçonave a uma velocidade muito alta, como 99% da velocidade da luz (0,99c), em relação a um observador em repouso na Terra. Para o observador terrestre, todos os processos a bordo da nave, incluindo o funcionamento de um relógio e o envelhecimento do astronauta, parecem ocorrer de forma mais lenta. Para o astronauta, no entanto, seu relógio e seus processos biológicos transcorrem normalmente. Este cenário, que desafia a noção clássica de tempo, é uma consequência direta dos postulados da Relatividade Especial de Albert Einstein. A interpretação física correta deste fenômeno é:
Uma falha instrumental nos relógios atômicos, que perdem precisão quando submetidos a altas velocidades, sendo necessário desenvolver novas tecnologias de cronometragem para viagens espaciais.
A dilatação temporal, um efeito no qual um intervalo de tempo medido em um referencial em movimento em relação a um observador é percebido como mais longo (o tempo passa mais devagar) do que o mesmo intervalo medido no referencial próprio (em repouso).
A influência da gravidade do motor da espaçonave sobre o fluxo do tempo, um princípio da Relatividade Geral que afirma que campos gravitacionais intensos podem retardar o tempo.
Um efeito puramente psicológico no astronauta, causado pelo isolamento da viagem espacial, e uma ilusão de ótica para o observador na Terra, causada pelo atraso no sinal de luz que chega da espaçonave.
A contração do comprimento, um fenômeno no qual o tempo, sendo uma quarta dimensão, se contrai na direção do movimento para compensar o aumento da velocidade e manter a velocidade da luz constante.